Jogos em que o Vasco vestiu Puma (Alemanha):
27/06/1994 – Vasco 1 x 3 Shimizu S-Pulse (Japão) (amistoso);
03/07/1994 – Vasco 3 x 1 Shimizu S-Pulse (Japão) (amistoso).
Jogos em que o Vasco vestiu Puma (Alemanha):
27/06/1994 – Vasco 1 x 3 Shimizu S-Pulse (Japão) (amistoso);
03/07/1994 – Vasco 3 x 1 Shimizu S-Pulse (Japão) (amistoso).
Do título sulamericano vascaíno em 1948 até a primeira participação do Vasco na Libertadores da América em 1975, foram 27 anos de intervalo.
Caso se faça uma comparação entre o futebol e o boxe, o Vasco da Gama ficou com o cinturão de campeão sulamericano durante 11 anos (de 1948 a 1959), até o título do Penarol (Uruguai) em 1960. O Vasco foi a principal referência sulamericana do futebol durante 12 anos, com o status de atual e único campeão continental durante todo esse período. Nenhum clube sulamericano ou europeu, em toda história do futebol, manteve-se com o status de campeão continental durante 12 anos consecutivos, além do Vasco da Gama.
Times recordistas de tempo com o status de campeão continental (no mundo):
Maccabi Tel-Aviv (Israel): 13 anos (campeão em 1971) (*de 1972 a 1984 a competição continental não ocorreu);
Vasco da Gama (Brasil): 12 anos (campeão em 1948) (*de 1949 a 1959 a competição continental não ocorreu);
Auckland City (Nova Zelândia): 7 anos (campeão em 2010/2011, 2011/2012, 2012/2013, 2013/2014, 2014/2015, 2016, 2017)
Real Madrid (Espanha): 5 anos (campeão em 1955/1956, 1956/1957, 1957/1958, 1958/1959, 1959/1960);
Independiente (Argentina): 4 anos (campeão em 1972, 1973, 1974, 1975),
Cruz Azul (México): 3 anos (campeão em 1969, 1970, 1971),
Monterrey (México): 3 anos (campeão em 2010/2011, 2011/2012, 2012/2013),
Estudiantes (Argentina): 3 anos (campeão em 1968, 1969, 1970).
Em 2011 , após a etapa brasileira do circuito mundial de surfe (WSL), que foi disputada no Rio de Janeiro, o surfista dos EUA, Kelly Slater, foi presenteado com uma camisa personalizada com o seu nome pelo Vasco da Gama.
1944: Campeão do Torneio Início, campeão do Torneio Relâmpago invicto e campeão municipal invicto;
1945: campeão do Torneio Início, campeão estadual invicto e campeão municipal invicto;
1946: Campeão do Torneio Relâmpago e campeão municipal invicto;
1947: campeão estadual invicto, campeão municipal e da Taça Centenários (Portugal);
1948: campeão do Torneio Início, do Torneio Gérson dos Santos Coelho e campeão sulamericano invicto (troféu condor e outros);
1949: campeão estadual invicto e base da seleção brasileira campeã sulamericana;
1950: campeão estadual e base da seleção brasileira vice-campeã mundial;
1951: terceiro colocado na Copa Rio Internacional (intercontinental);
1952: campeão estadual;
1953: campeão do Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer (intercontinental), do Quadrangular Internacional do Rio de Janeiro, do Torneio de Santiago (Chile) e do Troféu Cinquentenário do Racing (Argentina).
Em 03/04/1955, antes de haver um campeonato brasileiro de clubes, o Vasco da Gama (maior vitrine futebolística nacional da época) foi convidado e venceu por 3 a 1 um amistoso (tira-teima) diante da Seleção Paulista, que recentemente havia sido campeã do Brasileiro de Seleções, em 1954. O Vasco mostrou ser o campeão dos campeões do Brasil de 1955.
1982 a 1988: goleiro do Vasco;
1992 a 1994: treinador de goleiros do Vasco da Gama;
2000: auxiliar técnico do Vasco;
2001: treinador do Vasco;
2010 a 2011: treinador do Vasco da Gama;
2018 a 2020: coordenador de transição e desenvolvimento e coordenador técnico do futebol profissional.
1982 a 1991: goleiro do Vasco da Gama;
2010 a 2011: auxiliar técnico;
2018 a 2021: coordenador da preparação de goleiros da base.
Carlos Germano começou sua carreira futebolística como goleiro do Vasco da Gama, onde esteve entre 1985 e 1999 (categorias de base e time profissional) e em 2004 (equipe profissional), onde conquistou muitos títulos. Teve também passagens como treinador de goleiros do Gigante da Colina de 2009 a 2014 e no período 2020/2021.
Um dos médicos com mais tempo de serviço dedicado ao Vasco da Gama é o Dr. Clóvis Munhoz, que esteve presente em vários títulos nacionais e internacionais do clube. Outro médico de atuação destacada na história do Gigante da Colina foi o Dr. Alexandre Campello, que depois foi presidente do clube. Já Amílcar Giffoni, foi médico vascaíno na década de 1950.