Gol de lençol/chapéu no Clássico dos Milhões: o gol mais bonito da carreira de Pacoti, o “Pelé Branco”

Em julho de 1959, Pacoti, o “Pelé Branco” fez o gol mais bonito da sua carreira, após o gol com um lençol/chapéu no goleiro Fernando, do Flamengo, no Maracanã, muito antes de Romário “chapelar” outro goleiro do Flamengo, Zé Carlos, no ano de 1988, em um dos gols mais memoráveis da carreira do baixinho.

Melhores jogadores da Copa São Paulo de Futebol Juniores com passagem, ao longo da carreira, pelo Vasco da Gama

Melhor jogador da Copa São Paulo de Futebol Juniores de 1991: Dener (jogador com passagem pelo Vasco da Gama em 1994);

Melhor jogador da Copa São Paulo de Futebol Juniores de 2003: Vágner Love (jogador com passagem pela base do Vasco da Gama no período de 1998 a 2000);

Melhor jogador da Copa São Paulo de Futebol Juniores de 2007: Breno (jogador com passagem pelo Vasco da Gama no período de 2017 a 2020).

Ganhadores do Prêmio Dener (Gol mais bonito da Copa São Paulo de Futebol Juniores)

2019: João Paulo (Jacobina/BA);

2020: Elias (Grêmio/RS);

2021: não ocorreu a competição;

2022: competição em andamento.

Obs: Tiago Reis (Vasco) ficou em quarto lugar no Prêmio Dener de 2019 e João Pedro (JP) e Caio Lopes, ambos do Vasco, ficaram entre os 5 gols mais votados no Prêmio Dener de 2020, quarto e quinto lugares, respectivamente.

Jogadores “gigantes” do basquete vascaíno

Nenê Hilário e José Vargas podem ser considerados os maiores pivôs da história do basquete vascaíno, em todos os sentidos. Dois grandes jogadores e dois jogadores gigantes, respectivamente 2,11m e 2,08m de altura. Nenê Hilário jogou vários anos na NBA (pelo Denver Nuggets, Washington Wizards e Houston Rockets) e José Vargas chegou a ser selecionado para jogar na NBA, via draft. Ambos se tornaram multicampeões pelo Gigante da Colina, o segundo chegando a ser vice-campeão mundial pelo clube, em uma final histórica do Vasco (Brasil/RJ) diante do San Antônio Spurs (EUA) da NBA. Ele fez parte da seleção do campeonato mundial de clubes (McDonald’s Championship 2000) junto de outro vascaíno, Charles Byrd. Jogadores inesquecíveis (“gigantes”) do basquete vascaíno, que conquistaram vários títulos sulamericanos, nacionais e estaduais.

O simbolismo que cada torcedor vascaíno sente e compartilha

De um caminho construtivo, de esperança e fé, cada torcedor vascaíno se veste, na bela história de muita luta, que tem as cores branca e preta mescladas ao vermelho. Preto e branco que significam os mares desconhecidos e os conhecidos, mas que também pode representar a busca da igualdade entre todas as pessoas, sem preconceitos, somando-se ao vermelho da Cruz de Cristo, que cada torcedor carrega no lado esquerdo do peito, no lado do coração, dentro de uma faixa. O Vasco é “real”, podendo ser chamado atualmente de Real Clube de Regatas Vasco da Gama, através da união do Brasil e de Portugal, mas muito mais que isso, há uma luta “real” e permanente, no Vasco da Gama, pela união das pessoas, das suas diferentes culturas e histórias de vida, em um clube com tradição humilde e popular. A resposta histórica de 1924 continua viva nos dias de hoje, por mais respeito e igualdade entre todos.