O futebol amador é a essência do futebol brasileiro e o Vasco de Tamboril (Arcoverde/Pernambuco) é um exemplo que lembra também a origem do próprio Vasco da Gama (RJ), que nos primeiros anos de sua existência tinha jogadores em seu elenco que dividiam suas profissões com o futebol, que era não remunerado. Com o passar do tempo, o próprio Gigante da Colina foi um dos pioneiros na profissionalização do futebol no Brasil, com o pagamento de “bicho”, posteriormente “salário”.
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O guerreiro vascaíno
O zagueiro Charles Guerreiro jogou no Vasco da Gama em 1995, após passagem pelo Flamengo. Pelo Clube da Colina fez 1 gol, em jogo diante da Portuguesa de Desportos, realizado no dia 03/09/1995, o qual terminou empatado em 3 a 3. Em 08/11/1995, ainda como atleta vascaíno, fez parte do grupo da Seleção Brasileira que enfrentou a equipe da Argentina em partida amistosa, tendo entrado no segundo tempo e ajudado o Brasil a conquistar uma importante vitória, após 19 anos sem triunfar em solo argentino. O gol da vitória nessa partida, foi de outro ex vascaíno, Donizete Pantera e o treinador era Zagallo (técnico também com passagem pelo Vasco da Gama).
Um dos jogadores de mais baixa estatura da história do Vasco
Com 1,58 metros de altura, o meia Madson, que teve passagem pelo Vasco da Gama, é um dos jogadores de mais baixa estatura da história do clube. Outro baixinho do Gigante da Colina foi Romário, que ganhou esse apelido em sua carreira futebolista, mas com uma altura de 1,67m.
Pedrinho e Nenê: calçada da fama do Maracanã (2022)
Dois jogadores com passagens brilhantes pelo Vasco da Gama e com muitos gols pelo Gigante da Colina, Pedrinho e Nenê. Em 2022, ambos passaram a fazer parte do seleto grupo dos que tiveram os pés gravados na calçada da fama do Maracanã.
Apelidos dos principais times da história do Vasco da Gama
Camisas Negras, Expresso da Vitória, Selevasco e Trem Bala da Colina.
Vasco da Gama: um clube diferente
O Vasco da Gama é um clube de raíz cristã (Cruz de Cristo), de união com Portugal (tens o nome do heróico português, o navegador Vasco da Gama), de luta pela igualdade (Resposta Histórica e tantas outras lutas) e de uma torcida apaixonada (ajudou na Construção do Estádio de São Januário e do CT Moacyr Barbosa).
De capitão para capitão
Os capitães das 2 (duas) primeiras finais de Copa do Mundo disputadas pela Seleção Brasileira foram vascaínos, Augusto da Costa e Bellini. O primeiro poderia ter se tornado na época o primeiro capitão campeão pelo Brasil, mas a virada do Uruguai diante da Seleção anfitriã em 1950 não tornou isso realidade. 8 anos depois, na Suécia, o capitão Bellini foi campeão com o time canarinho e ergueu a taça do mundo, gesto que entrou para a história.
De um time com faixa para outro time com faixa
O atacante Sabará, que fez história no Vasco da Gama no período de 1952 a 1964, antes defendia as cores da Ponte Preta (SP), onde jogou nos anos de 1950 e 1951. Ambos os clubes, Ponte Preta (SP) e Vasco (RJ) são clubes com faixa no uniforme, no formato diagonal. O principal título de Sabará com a camisa do Gigante da Colina foi o do Torneio Internacional de Paris de 1957 (edição com valor de Mundial de Clubes à época). Sabará chegou a se tornar o jogador que mais havia vestido a camisa vascaína até então (foram 12 anos atuando pelo clube), tendo depois sido ultrapassado por Roberto Dinamite e Carlos Germano.
Alguns jogadores/jogadoras revelados no Vasco da Gama (RJ) e gols pela Seleção Brasileira
Marta: 119 gols;
Romário: 71 gols;
Roberto Dinamite: 26 gols;
Phillipe Coutinho: 20 gols;
Edmundo: 10 gols;
Bismarck: 1 gol;
Jardel: 1 gol.
Primeira grande dupla de zagueiros da história do Vasco da Gama
A dupla Brilhante e Itália (destaque no Vasco) fez parte da primeira formação oficial da Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai.
