O Vasco da Gama (RJ) e o Sport (PE) têm gritos de casaca muito parecidos, para as comemorações sociais ou incentivos esportivos.
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História dos times brasileiros campeões ou vice-campeões do Mundial de Clubes (Copa Intercontinental e Mundial de Clubes da FIFA)
São Paulo: 3 títulos mundiais;
Santos: 2 títulos mundiais e 1 vice;
Corinthians: 2 títulos mundiais;
Grêmio: 1 título mundial e 2 vices;
Flamengo: 1 título mundial e 1 vice;
Internacional (RS): 1 título mundial;
Vasco (RJ): 2 vice-campeonatos mundiais;
Palmeiras (SP): 2 vice-campeonatos mundiais;
Cruzeiro (MG): 2 vice-campeonatos mundiais.
Resumo:
Total de títulos mundiais: 10;
Total de vice-campeonatos mundiais: 10.
Títulos do Vasco em competições em homenagem a Rivadávia Corrêa Meyer
Vasco da Gama: campeão do Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer (1953);
Vasco da Gama: campeão da Taça Rivadávia Corrêa Meyer (1967).
Camisas 9 da Seleção Brasileira em Copas do Mundo que jogaram ao longo da carreira no Vasco da Gama
1970: Tostão (jogou pelo Vasco logo após a Copa do Mundo de 1970);
1994: Zinho (já atuou por um combinado Vasco/Flamengo diante do Combinado Palmeiras/Corinthians no ano de 1992);
2010: Luís Fabiano (jogou pelo Vasco da Gama em 2017).
Pinga: o primeiro camisa 10 fixo da história da Seleção Brasileira de Futebol Masculino Profissional em Campeonatos Mundiais
No Mundial de 1954, disputado na Suiça, pela primeira vez a Seleção Brasileira teve um camisa 10 fixo, Pinga, então jogador do Vasco da Gama. Era a estréia também da camisa amarela da Seleção que ficou conhecida também como “canarinho”, em alusão ao pássaro canário, seu mascote. Depois, o próximo camisa 10 brasileiro em campeonatos mundiais foi Pelé, que também já jogou pelo Vasco em 1957, ocasião que abriu as portas para o jogador na Seleção Brasileira, tendo sido logo após convocado, para depois se tornar campeão mundial em 1958, 1962 e 1970, todas vestindo a camisa 10 (vestiu também na Copa de 1966). Silas em 1990 também jogou com a 10 e também com passagem pelo Vasco da Gama, assim como Zico (que jogou com a 10 nas copas de 1982 e 1986), que jogou pelo Vasco da Gama na despedida de Roberto Dinamite dos gramados.
Vasco: campeão da Taça Rivadávia Corrêa Meyer de 1967
Resultados:
15/01/1967: Vasco 0 x 2 Flamengo;
19/01/1967: Vasco 2 x 0 Flamengo.
Obs: como o Flamengo foi o organizador da Taça Rivadávia Corrêa Meyer e o Vasco da Gama a equipe convidada, o Gigante da Colina foi o campeão, pois em caso de igualdade o critério de desempate comum na época era considerar a equipe convidada como campeã.
Fonte: Blog do Garone, de 19/01/2013.
Os “Nenês” do futebol vascaíno
Nenê (Ornedes Alves dos Santos, jogou pelo Vasco na década de 1980 e fez 90 partidas e 2 gols pelo Vasco da Gama);
Nenê (Anderson Luiz de Carvalho, jogou pelo Vasco na década de 2010 e atua pelo clube desde 2021, tendo feito pelo Gigante da Colina, até o momento, 150 jogos e 52 gols).
As seleções de países com que o Vasco da Gama mais disputou jogos
Índia (3 vezes, todas os jogos em 1993);
Coréia do Sul (3 vezes, sendo 2 vezes diante do time principal coreano, no ano de 1994 e a outra vez diante da equipe universitária da Coréia do Sul, pela BTV Cup de 2018);
Seleção Brasileira (duas vezes, uma vez pelo Combinado Vasco/Botafogo diante da Seleção Brasileira principal, em 1977; e outra vez em 1972, quando enfrentou a Seleção Brasileira Olímpica);
Seleção da Austrália (duas vezes, no ano de 1985);
Seleção da Argélia (duas vezes, uma vez em 1966 e a outra em 2000);
Seleção da Alemanha Oriental (duas vezes, uma vez em 1965 e a outra vez em 1966);
Seleção da Nigéria (duas vezes, no ano de 1963);
Seleção de Camarões (duas vezes, uma no ano de 1966, sendo a outra vez no ano de 1985).
Alguns jogadores/dirigentes com história no Vasco e com apelidos de “super-heróis”
Batman da Colina (goleiro Thiago Rodrigues);
Super-Homem da Colina (dirigente Alexandre Pássaro);
Capitão América (zagueiro Mauro Galvão);
Homem Aranha (atacante Dé “Aranha”);
Wolverine (zagueiro Gustavo “Wolverine”),
Pantera Negra (atacante Donizete “Pantera”, Amauri “Pantera” e Heberty “Pantera Negra”);
Homem de Ferro (Alex Dias, Fernando Prass e Nenê).
“Volta ao mundo” com o Vasco da Gama
Em 1985, o Vasco jogou contra equipes dos 5 continentes: América (equipes brasileiras), África (Seleção de Camarões), Ásia (Seleção de Israel), Europa (Udinese/Itália e Tottenham/Inglaterra) e Oceania (Seleção da Austrália e South Melbourne/Austrália), uma “volta ao mundo”.
