Vasco: primeiro clube brasileiro a ter disputado ao menos uma final das principais competições mundiais de clubes (Mundial de Clubes da FIFA e Copa Européia/Sulamericana)

Vasco da Gama: finalista do Mundial de Clubes da FIFA de 2000 e da Copa Européia/Sulamericana de 1998;

São Paulo: finalista do Mundial de Clubes da FIFA de 2005 e da Copa Européia/Sulamericana de 1992 e de 1993);

Santos: Finalista do Mundial de Clubes da FIFA de 2011 e da Copa Européia/Sulamericana de 1962/1963;

Grêmio: Finalista do Mundial de Clubes da FIFA de 2017 e da Copa Européia/Sulamericana de 1983 e de 1995;

Flamengo: finalista do Mundial de Clubes da FIFA de 2019 e da Copa Européia/Sulamericana de 1981;

Os demais clubes brasileiros finalistas do Mundial de Clubes ou foram finalistas somente do Mundial de Clubes da FIFA (Corinthians, Internacional e Atlético Mineiro) ou somente da Copa Européia Sulamericana (Cruzeiro e Palmeiras).

Danilo Alvim (ex-Vasco): treinador da Seleção Boliviana campeã da Copa América de 1963

Danilo Alvim (ex-Vasco), que ficou conhecido como “o príncipe”, pelo seu estilo de jogo elegante, foi campeão da Copa América de Seleções de 1949 pela Seleção Brasileira (como jogador do Vasco) e após a carreira de jogador, foi campeão da Copa América como treinador da Seleção da Bolívia, naquele que foi o único título sulamericano do futebol boliviano, entre Seleção e clubes.

A turma do caroço: “a democracia vascaína”

Muito antes da democracia corinthiana, décadas antes, na época do Expresso da Vitória, a locomotiva vascaína era comandada por Flávio Costa, as decisões sobre contratações de jogadores, eram tomadas após o treinador consultar o elenco, em reunião com “a turma do caroço”, bem como era uma forma de unir o elenco e debater melhorias na equipe. Barbosa, Augusto e Ademir de Menezes eram os líderes daquele timaço histórico. A chegada de Heleno de Freitas como reforço da colina teria sido previamente acertada com o grupo, devido à fama de temperamento forte mesclada com genialidade em campo do jogador. Foi a época da “democracia vascaína”.