Dos capitães da Seleção Brasileira de Futebol em Copas, vários com história pelo clube, ao longo de suas carreiras de jogadores ou como treinador

Todos os capitães da Seleção Brasileira em Copas do Mundo de Futebol Masculino:

1930:

Preguinho

1934:

Martim

1938:

Martim

Leônidas da Silva (já jogou no Vasco)

1950:

Augusto (já jogou no Vasco)

1954:

Bauer

1958:

Bellini (já jogou no Vasco)

1962:

Mauro

1966:

Bellini (já jogou no Vasco)

Orlando Peçanha (já jogou no Vasco)

1970:

Carlos Alberto Torres

1974:

Piazza

Luis Pereira

Marinho Peres

1978:

Rivelino

Leão (já jogou no Vasco)

1982:

Sócrates

1986:

Edinho

1990:

Ricardo Gomes (já treinou o Vasco)

1994:

Dunga (já atuou no Vasco)

1998:

Dunga (já atuou no Vasco)

2002:

Cafu

2006:

Cafu

2010:

Lúcio

2014:

Thiago Silva

David Luiz

2018:

Thiago Silva

Miranda

Marcelo

Base do Vasco, na brilhante conquista do título Sulamericano (Copa América) de Seleções de 1949 (que viria ser a base do time vice campeão do Mundial de 1950)

O Brasil estava 22 anos sem um título sulamericano, desde 1922 não experimentava o gostinho de ser campeão, que já havia conquistado também em 1919. A campanha do título do Sulamericano de 1949, disputado no Brasil, que teve São Januário como um dos estádios utilizados na competição, foi digna de cinema, do jeito que o torcedor gosta, recheada de gols, muitos gols, foram 46 gols a favor (melhor ataque) e apenas 7 sofridos (segunda melhor defesa), um saldo de 39 gols a favor, em 8 jogos disputados. Goleou quase todas as seleções que enfrentou, goleou 6 de 7 equipes, à exceção do time do Chile. Venceu a Bolívia por 10 a 1, o Equador por 9 a 1 (em São Januário), o Paraguai por 7 a 0 (em São Januário, jogo que valeu o título para o Brasil, recorde de público oficial, em uma partida de futebol, do Estádio São Januário, com a presença de 55.000 torcedores), tendo vencido ainda de goleada, durante o campeonato, o Peru por 7 a 1 (em São Januário), a Colômbia por 5 a 0 e também o Uruguai por 5 a 1 (em São Januário). Venceu ainda o Chile por 2 a 1 e perdeu um jogo, quando podia perder, para o Paraguai, por 2 a 1. A base da Seleção era do Expresso da Vitória vascaíno, Campeão do Sulamericano de 1948, disputado no Chile, literalmente uma Selevasco. Dentre os jogadores vascaínos da Seleção Brasileira estavam o goleiro Barbosa, o zagueiro Augusto, os meias Ely do Amparo e Jair Rosa Pinto (artilheiro da competição com 9 gols), o volante Danilo Alvim (conhecido como “o príncipe”), o ponta esquerda Tesourinha (vice artilheiro da competição, ao lado de Ademir de Menezes, com 7 gols) e o atacante Ademir de Menezes (“o queixada”, vice artilheiro do Torneio, com 7 gols, junto com Tesourinha). O treinador era Flávio Costa, também do Expresso da Vitória. Compunha também o elenco brasileiro jogadores como Zizinho, que chegou a jogar uma partida, em sua carreira futebolística, no Vasco da Gama. A Seleção da Argentina não disputou a competição, mas também já chegou a ser goleada no Estádio do Vasco, por 6 a 2, em partida disputada em 20/12/1945, válida pela Copa Rocca daquele ano, a maior goleada aplicada pelo Brasil na Argentina, na história do confronto, quatro anos antes do Sulamericano de 1949 vencido pela “Selevasco”.

Vascaíno/vascainidade

Quem torce para o Vasco é vascaíno, todo vascaíno sabe, mas o amor que a torcida do Vasco tem pelo clube é um sentimento de vascainidade indescritível. O termo “vascainidade” foi criado pelo jornalista, escritor, compositor e pesquisador vascaíno, Sérgio de Oliveira Cabral Santos, autor do livro do Centenário do Clube de Regatas Vasco da Gama (1998).

Simbolismo do escudo do Vasco

O preto representa os mares nunca antes navegados, a faixa branca representa os caminhos descobertos por Vasco da Gama e a cruz representa a fé em Cristo (Cruz da Ordem de Cristo), estampada nas caravelas dos tempos dos descobrimentos, a Cruz de Cristo dos Cavaleiros Templários de Portugal, a Cruz do Clube de Regatas Vasco da Gama, a Cruz que todo vascaíno carrega consigo. O clube, ao longo da sua história, utiliza a Cruz de Cristo e também a Cruz Pátea, inicialmente usada na Ordem dos Templários, a qual foi denominada, no Clube de Regatas Vasco da Gama, de Cruz de Malta (que tem associação com a Ordem dos Cavaleiros de Malta, “Cavaleiros Hospitalários”, que remete ao período das Cruzadas), fazendo parte do hino do clube, “a Cruz de Malta é o meu pendão”.