Nenê Hilário e José Vargas podem ser considerados os maiores pivôs da história do basquete vascaíno, em todos os sentidos. Dois grandes jogadores e dois jogadores gigantes, respectivamente 2,11m e 2,08m de altura. Nenê Hilário jogou vários anos na NBA (pelo Denver Nuggets, Washington Wizards e Houston Rockets) e José Vargas chegou a ser selecionado para jogar na NBA, via draft. Ambos se tornaram multicampeões pelo Gigante da Colina, o segundo chegando a ser vice-campeão mundial pelo clube, em uma final histórica do Vasco (Brasil/RJ) diante do San Antônio Spurs (EUA) da NBA. Ele fez parte da seleção do campeonato mundial de clubes (McDonald’s Championship 2000) junto de outro vascaíno, Charles Byrd. Jogadores inesquecíveis (“gigantes”) do basquete vascaíno, que conquistaram vários títulos sulamericanos, nacionais e estaduais.
O simbolismo que cada torcedor vascaíno sente e compartilha
De um caminho construtivo, de esperança e fé, cada torcedor vascaíno se veste, na bela história de muita luta, que tem as cores branca e preta mescladas ao vermelho. Preto e branco que significam os mares desconhecidos e os conhecidos, mas que também pode representar a busca da igualdade entre todas as pessoas, sem preconceitos, somando-se ao vermelho da Cruz de Cristo, que cada torcedor carrega no lado esquerdo do peito, no lado do coração, dentro de uma faixa. O Vasco é “real”, podendo ser chamado atualmente de Real Clube de Regatas Vasco da Gama, através da união do Brasil e de Portugal, mas muito mais que isso, há uma luta “real” e permanente, no Vasco da Gama, pela união das pessoas, das suas diferentes culturas e histórias de vida, em um clube com tradição humilde e popular. A resposta histórica de 1924 continua viva nos dias de hoje, por mais respeito e igualdade entre todos.
Jardel: artilheiro do Campeonato Carioca Juvenil de 1992
Com 20 vitórias, 5 empates e 2 derrotas, o Vasco da Gama foi campeão carioca juvenil de 1992, com vitória por 3 a 0 sobre o Flamengo na final, com 2 gols de Jardel e 1 gol de Vitor. Jardel foi o artilheiro da competição com 17 gols.
Copa São Paulo de Futebol Juniores de 1992: Vasco campeão e revelação de vários jogadores para o time profissional
Caetano, Alex Pinho, Tinho, Pimentel, Leandro Ávila, Yan, Gian, Valdir, Pedro Renato, Hernande, Vitor e Edmundo.
Melhores jogadores de edições da Copa São Paulo de Futebol Juniores com passagens pela base ou pelo profissional do Vasco da Gama
1991: Dener (Portuguesa de Desportos/SP);
2003: Vágner Love (Palmeiras/SP);
2007: Breno (São Paulo/SP).
Dener (ex Vasco): o melhor jogador da Copa São Paulo de Futebol Juniores de 1991
No ano de 1991, o título da Copa São Paulo de Futebol Juniores ficou com a Portuguesa (com 9 jogos e 9 vitórias), que teve como um dos grandes destaques da equipe um dos maiores dribladores da história do futebol brasileiro, o craque Dener (ex Vasco), que foi também o melhor jogador da edição da Copinha de 1991. Atualmente, em homenagem ao jogador, o autor do gol mais bonito da competição recebe da Federação Paulista de Futebol (FPF) o “Prêmio Dener”. Dener foi destaque também na campanha da equipe do Vasco que conquistou o tricampeonato carioca de 1994.
Como jogador do Vasco da Gama, o gol 400 da carreira de Luís Fabiano (“fabuloso”)
Em 21/05/2017, Luís Fabiano (Vasco da Gama) fez o seu gol de número 400 na carreira. O jogador, que ficou conhecido como “fabuloso”, atingiu o feito na vitória vascaína sobre o Bahia por 2 a 1 em São Januário pelo Campeonato Brasileiro.
Os “Vascos” ao longo da história da Copa São Paulo de Futebol Juniores
Vasco da Gama (RJ);
Vasco (SE);
Vasco de Itapecerica da Serra (SP).
Total de classificações do Vasco da Gama nos pênaltis na história da Copa São Paulo de Futebol Juniores
7 classificações do Vasco da Gama nos pênaltis;
5 eliminações do Vasco da Gama nos pênaltis.
Total de classificações/eliminações do Vasco da Gama nos pênaltis: 7 a 5.
O substituto de Roberto Dinamite
Quando Roberto Dinamite deixou o Vasco da Gama, em 1979, para se transferir para o Barcelona (Espanha), o Gigante da Colina contratou Jorge Mendonça para substituí-lo, em 1980, que havia sido o melhor ponta-de-lança do Campeonato Brasileiro de 1979 pelo Palmeiras (premiação Bola de Prata). Jorge Mendonça defendeu também a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1978 e vários outros clubes de futebol pelo país. Ainda em 1980, Roberto Dinamite retornaria ao Vasco, em jogo diante do Corinthians, balançando as redes 5 vezes.
