Jogos entre o Vasco e equipes da França

23/05/1956: Vasco 4 x 1 Racing Club Paris (Amistoso)

26/05/1956: Vasco 2 x 1 Racing Club Lens (Amistoso)

12/06/1957: Vasco 3 x 1 Racing Club Paris (Primeiro Torneio de Paris, status de Mundial de Clubes à época)

14/06/1958: Vasco 0 x 0 Racing Club Paris (Amistoso)

16/06/1963: Vasco 2 x 3 Mônaco (Troféu Teresa Herrera)

05/06/1966: Vasco 2 x 3 Bordeaux (Amistoso)

19/06/1966: Vasco 1 x 2 Racing Club Lens (Amistoso)

23/06/1977: Vasco 1 x 2 Paris Saint Germain (Torneio de Paris)

14/08/1979: Vasco 0 x 0 Paris Saint Germain (Amistoso)

15/07/1981: Vasco 1 x 1 Paris Saint Germain (Torneio de Paris)

17/07/1981: Vasco 2 x 0 Saint-Etienne (Torneio de Paris)

05/07/1989: Vasco 0 x 4 Paris Saint Germain (Torneio de Paris)

08/07/1989: Vasco 1 x 1 Metz (Torneio de Metz/Lorena)

(ao longo da história, foram 13 jogos entre o Vasco da Gama e equipes francesas, com 4 vitórias do Gigante da Colina, 4 empates e 5 derrotas, tendo conquistado em solo francês o título do Primeiro Torneio de Paris de 1957, status de Mundial de Clubes à época e vencido ainda o Torneio de Metz/Lorena de 1989)

Selevasco “animal” do Gigante da Colina

Todos os jogadores/profissionais listados abaixo atuaram pelo Gigante da Colina, ao longo da história e tiveram, ao longo da carreira, nomes ou apelidos relacionados ao “mundo animal”:

Andrada “El gato”,

Régis Pitbull,

Yuri Lara (Pitbull),

Leão,

Roberto Volpato Neto “tigrão”,

Oncinha,

Boiadeiro,

Cabrita,

Canário,

Cordeiro,

Leitão,

Falcão (Fut7),

Celso Gavião,

Amaury Marreco,

Bruno Gallo,

João Pinto,

Roberto Pinto,

Sá Pinto (jogador),

Sá Pinto (treinador),

Sérgio Pinto,

Pintinho,

Élder Granja,

Tatu,

Luís Carlos Tatu,

Rafael Coelho,

Mosquito,

Dé Aranha,

Barata,

Dirceu (“formiguinha”),

Emerson Urso (time Sub 20),

Donizete “pantera”,

Amauri “pantera”,

Heberty “Pantera Negra”,

Edmundo “animal”,

Pikachu (animal fictício);

Alexandre Pássaro (dirigente);

Mário Américo “pombo-correio” (massagista);

Mario Jorge Lobo Zagallo (treinador);

Frank Lobos,

Raniel “dinossauro”,

Bruno Tubarão,

Puma Rodrigues,

Lucas Piton.

O primeiro capitão a erguer a taça do mundo com a Seleção Brasileira e a estátua do Bellini

“A taça do mundo é nossa”, uma música de Wagner Maugeri, Lauro Muller, Maugeri Sobrinho e Victor Dagô, foi composta em homenagem à primeira conquista da Copa do Mundo, pela Seleção Brasileira Masculina de Futebol, na competição realizada em solo sueco, no continente europeu, no ano de 1958, que tinha um capitão que introduziu o gesto de erguer a taça, com uma e com as duas mãos, eternizando a comemoração, que todos os países vencedores repetem, desde aquele torneio. Antes, o título era festejado de forma mais tímida, sendo geralmente recebida a taça e encostada junto ao peito, após um aperto de mão, mas a alegria foi tanta pelo primeiro troféu ganho pelo time brasileiro que Bellini (jogador convocado do Vasco da Gama), o líder daquela equipe, ergueu o caneco e a alegria de um país, de uma nação, de forma vibrante, pelo sonho alcançado. No Estádio Maracanã, a “Estátua do Bellini” erguendo a taça, inaugurada em 13/11/1960, virou ponto turístico do Rio de Janeiro e é uma homenagem ao craque, ao mesmo tempo que a toda aquela brilhante equipe do Brasil, que juntos consolidaram o Brasil como o país do futebol (o Vasco, no Torneio de Paris de 1957, um mundial de clubes à época, já havia assombrado a Europa com a vitória deslumbrante por 4 a 3 sobre o Real Madrid, bicampeão europeu, com uma aula de jogar futebol sobre os espanhóis, com show de Vavá, que também jogou a Copa do Mundo da Suécia), encantando o planeta bola mais uma vez, com a ginga de craques como Pelé, Guarrincha e Vavá e a classe do zagueiro Bellini e de outras tantas qualidades dos outros jogadores do time canarinho.

O maior goleador negro da história do Vasco da Gama

O “baixinho” chapa quente, Romário, é o maior goleador negro da história do Vasco da Gama (clube que se destacou na luta pela inclusão de jogadores negros e mulatos na prática do futebol, clube dos “camisas negras”), sendo também o segundo maior artilheiro da história do clube, com 326 gols, atrás apenas de Roberto Dinamite, que balançou as redes adversárias 702 vezes com a camisa do Gigante da Colina.

Cyro Aranha, presidente histórico do Vasco da Gama

Cyro Aranha, um dos mais lembrados presidentes da história do Vasco da Gama, por ter sido um dos responsáveis pela montagem do inesquecível “Expresso da Vitória”, grande esquadrão vascaíno dos anos 1940/1950, sendo lembrado também por ter sido um vanguardista, na criação do Departamento Infanto-Juvenil do Vasco. Hoje, o símbolo infantil do Gigante da Colina é o “Barbosinha”, mascote em homenagem ao grande jogador do Vasco, o goleiro Barbosa, do “Expresso da Vitória”.

É tetra campeão municipal

Campanha do título do Torneio Municipal de 1944

Vasco 3 x 1 Fluminense

Vasco 2 x 1 Canto do Rio

Vasco 5 x 3 Madureira

Vasco 3 x 1 Bonsucesso

Vasco 3 x 2 América

Vasco 2 x 0 Botafogo

Vasco 2 x 1 Bangu

Vasco 2 x 2 Flamengo

(Vasco: campeão invicto)

Campanha do título do Torneio Municipal de 1945

Vasco 3 x 0 Bangu

Vasco 6 x 1 São Cristóvão

Vasco 5 x 1 Flamengo

Vasco 6 x 0 Bonsucesso

Vasco 2 x 1 Canto do Rio

Vasco 5 x 3 Botafogo

Vasco 3 x 1 Madureira

Vasco 5 x 1 Fluminense

Vasco 6 x 2 América

(Vasco: campeão invicto)

Campanha do título do Torneio Municipal de 1946

Vasco 1 x 1 Botafogo

Vasco 1 x 1 Bangu

Vasco 6 x 0 Canto do Rio

Vasco 4 x 0 Madureira

Vasco 3 x 1 Flamengo

Vasco 4 x 1 América

Vasco 9 x 1 Bonsucesso

Vasco 0 x 0 Fluminense

Vasco 5 x 1 São Cristóvão

(Vasco: campeão invicto)

Campanha do título do Torneio Municipal de 1947

Vasco 4 x 1 América

Vasco 8 x 0 Bangu

Vasco 6 x 1 Bonsucesso

Vasco 6 x 2 Olaria

Vasco 2 x 1 São Cristóvão

Vasco 5 x 0 Canto do Rio

Vasco 2 x 2 Flamengo

Vasco 0 x 4 Botafogo

Vasco 3 x 2 Fluminense

Vasco 4 x 2 Madureira

(Vasco: campeão, tetracampeão municipal, em 1944/1945/1946/1947)

Treinadores com mais títulos do Campeonato Carioca

Flávio Costa, com 9 títulos do Campeonato Carioca, nos anos de 1939, 1942, 1943, 1944, 1947, 1949, 1950, 1952, 1963, é o treinador que mais venceu a competição, tendo tido uma passagem brilhante pelo Vasco da Gama, com o “Expresso da Vitória”, onde conquistou o maior título por um clube, em sua carreira, o do Sulamericano de Clubes Campeões de 1948. Com 8 conquistas do Campeonato Carioca (1987, 1992, 1993, 1995, 1996, 1997, 2008 e 2010) Joel Santana é o segundo da lista, acompanhado por Zagallo, que tem 5 troféus conquistados (1967, 1968, 1971, 1972, 2001) e por Abel Braga, que também têm 5 títulos (2004, 2005, 2012, 2019, 2022).