Do título sulamericano vascaíno em 1948 até a primeira participação do Vasco na Libertadores da América em 1975, foram 27 anos de intervalo.
Mês: dezembro 2021
De 1948 a 1959, Vasco foi o único campeão sulamericano do futebol
Caso se faça uma comparação entre o futebol e o boxe, o Vasco da Gama ficou com o cinturão de campeão sulamericano durante 11 anos (de 1948 a 1959), até o título do Penarol (Uruguai) em 1960. O Vasco foi a principal referência sulamericana do futebol durante 12 anos, com o status de atual e único campeão continental durante todo esse período. Nenhum clube sulamericano ou europeu, em toda história do futebol, manteve-se com o status de campeão continental durante 12 anos consecutivos, além do Vasco da Gama.
Times recordistas de tempo com o status de campeão continental (no mundo):
Maccabi Tel-Aviv (Israel): 13 anos (campeão em 1971) (*de 1972 a 1984 a competição continental não ocorreu);
Vasco da Gama (Brasil): 12 anos (campeão em 1948) (*de 1949 a 1959 a competição continental não ocorreu);
Auckland City (Nova Zelândia): 7 anos (campeão em 2010/2011, 2011/2012, 2012/2013, 2013/2014, 2014/2015, 2016, 2017)
Real Madrid (Espanha): 5 anos (campeão em 1955/1956, 1956/1957, 1957/1958, 1958/1959, 1959/1960);
Independiente (Argentina): 4 anos (campeão em 1972, 1973, 1974, 1975),
Cruz Azul (México): 3 anos (campeão em 1969, 1970, 1971),
Monterrey (México): 3 anos (campeão em 2010/2011, 2011/2012, 2012/2013),
Estudiantes (Argentina): 3 anos (campeão em 1968, 1969, 1970).
Em 2011, Kelly Slater foi presenteado com uma camisa personalizada com o seu nome pelo Vasco da Gama
Em 2011 , após a etapa brasileira do circuito mundial de surfe (WSL), que foi disputada no Rio de Janeiro, o surfista dos EUA, Kelly Slater, foi presenteado com uma camisa personalizada com o seu nome pelo Vasco da Gama.
Expresso da Vitória (1944-1953): o maior elenco da história do futebol brasileiro e sulamericano (principais méritos)
1944: Campeão do Torneio Início, campeão do Torneio Relâmpago invicto e campeão municipal invicto;
1945: campeão do Torneio Início, campeão estadual invicto e campeão municipal invicto;
1946: Campeão do Torneio Relâmpago e campeão municipal invicto;
1947: campeão estadual invicto, campeão municipal e da Taça Centenários (Portugal);
1948: campeão do Torneio Início, do Torneio Gérson dos Santos Coelho e campeão sulamericano invicto (troféu condor e outros);
1949: campeão estadual invicto e base da seleção brasileira campeã sulamericana;
1950: campeão estadual e base da seleção brasileira vice-campeã mundial;
1951: terceiro colocado na Copa Rio Internacional (intercontinental);
1952: campeão estadual;
1953: campeão do Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer (intercontinental), do Quadrangular Internacional do Rio de Janeiro, do Torneio de Santiago (Chile) e do Troféu Cinquentenário do Racing (Argentina).
O dia que o Vasco mostrou ser o campeão dos campeões do Brasil
Em 03/04/1955, antes de haver um campeonato brasileiro de clubes, o Vasco da Gama (maior vitrine futebolística nacional da época) foi convidado e venceu por 3 a 1 um amistoso (tira-teima) diante da Seleção Paulista, que recentemente havia sido campeã do Brasileiro de Seleções, em 1954. O Vasco mostrou ser o campeão dos campeões do Brasil de 1955.
Trajetória de PC Gusmão no Vasco da Gama
1982 a 1988: goleiro do Vasco;
1992 a 1994: treinador de goleiros do Vasco da Gama;
2000: auxiliar técnico do Vasco;
2001: treinador do Vasco;
2010 a 2011: treinador do Vasco da Gama;
2018 a 2020: coordenador de transição e desenvolvimento e coordenador técnico do futebol profissional.
Acácio: muitos anos de uma história bem vivida no Vasco da Gama
1982 a 1991: goleiro do Vasco da Gama;
2010 a 2011: auxiliar técnico;
2018 a 2021: coordenador da preparação de goleiros da base.
Carlos Germano: de goleiro a treinador de goleiros do Vasco
Carlos Germano começou sua carreira futebolística como goleiro do Vasco da Gama, onde esteve entre 1985 e 1999 (categorias de base e time profissional) e em 2004 (equipe profissional), onde conquistou muitos títulos. Teve também passagens como treinador de goleiros do Gigante da Colina de 2009 a 2014 e no período 2020/2021.
Médicos de grande história no Vasco da Gama
Um dos médicos com mais tempo de serviço dedicado ao Vasco da Gama é o Dr. Clóvis Munhoz, que esteve presente em vários títulos nacionais e internacionais do clube. Outro médico de atuação destacada na história do Gigante da Colina foi o Dr. Alexandre Campello, que depois foi presidente do clube. Já Amílcar Giffoni, foi médico vascaíno na década de 1950.
Grandes preparadores físicos do Vasco nas décadas de 1940 a 2020
Na década do Expresso da Vitória, o preparador físico Mário Américo teve uma passagem destacada (como nos anos de 1944 e 1945) pelo Vasco da Gama, o que o levaria posteriormente para a Seleção Brasileira.
Nas décadas de 1970/1980, o grande nome da preparação física do Vasco da Gama foi Hélio Vígio. Antônio Lopes teve também o início da sua trajetória no Vasco como preparador físico, na década de 1970, antes de se tornar treinador.
Um dos profissionais de maior destaque no trabalho de preparação junto aos atletas do futebol vascaíno na década de 1990, o preparador físico Ademar Braga trabalhou também na Seleção Brasileira. Outro grande preparador físico do elenco do Vasco na década de 1990 foi Bebeto de Oliveira, que participou da comissão técnica campeã da Libertadores da América de 1998. Teve também passagem pela Seleção Brasileira.
Outros grandes profissionais físicos do Vasco nos anos 2000 a 2020, foram Flávio Trevisan, Flávio de Oliveira, Léo Cupertino, Paulo Paixão e Antônio Mello, os dois últimos últimos com passagem pela Seleção Brasileira.
Observação importante: outro grande destaque e um dos pioneiros da preparação física no Brasil foi Paulo Amaral (junto de Mário Américo), preparador físico da Seleção Brasileira campeã mundial de 1958, na Suécia. Em 1961 e 1962 teve passagem pelo Vasco da Gama, no entanto não como preparador físico, mas como treinador, transmitindo ao grupo vascaíno também a sua experiência como preparador físico vitorioso. Após esse período no Vasco, teve outras passagens pela Seleção Brasileira como preparador físico, nas Copas do Mundo de 1962 e 1966. Voltou ao Vasco em 1971, também como treinador.
