Mauro Brasil, um dos maiores nadadores paralímpicos da história e ex atleta do Vasco da Gama

O ex nadador vascaíno, Mauro Brasil, um dos grandes nomes da história do paradesporto nacional, disputou 3 Paralimpíadas (Sydney, Atenas e Pequim) e conquistou 2 medalhas (1 medalha de prata e 1 medalha de bronze) e também foi recordista mundial nos 50 metros livre. O Vasco da Gama é uma referência no paradesporto nacional, pelo pioneirismo do clube, no país, na luta pela inclusão social, procurando universalizar o acesso às oportunidades de um desenvolvimento saudável e competitivo, através da prática do esporte.

Russinho: eleito no ano de 1931 o jogador mais popular do Brasil (“Concurso Monroe”)

O jogador vascaíno Russinho foi eleito o jogador mais popular do Brasil em 1931, no “Concurso Monroe”, com 2.900.649 votos. Como segundo mais querido, o jogador do Flamengo “Fortes”, com 2.048.483 votos. Na terceira colocação do concurso, ficou o jogador corinthiano “Filó”. A votação mostrou mais uma vez a força da torcida vascaína, que se confirmava entre as três torcidas de clubes de futebol mais influentes do Brasil na época (após o segundo lugar na disputa disputa de clube mais querido do Brasil, no ano de 1927 – Taça Salutaris).

Os “Flechas” e o “Filho do Vento”, atacantes vascaínos

Em 1963, o atacante Mauro Raphael “Maurinho”, apelidado de “Flecha”, defendeu o Cruzmaltino e, na década de 1980, Jorge Luiz Bastos, também conhecido por “Flecha”, atuou como atacante do Vasco da Gama no ano de 1981 e, anos depois, de 2000 a 2002, jogou na linha avançada do Gigante da Colina o “Filho do Vento”, Euller Elias de Carvalho (“Euller”), um dos maiores pontas da história do Vasco.

O parceiro comercial mais antigo do Vasco da Gama

A cervejaria Brahma contribuiu na construção do sonho vascaíno de ter o seu próprio estádio, que se concretizou em 1927, fruto da ajuda de sua torcida e de tantos outros apoiadores, que acreditaram no projeto de um clube ainda emergente no cenário carioca e que já vinha conquistando aos poucos o seu espaço entre os grandes do Rio de Janeiro e do Brasil. Atualmente, a AmBev, que comercializa a cerveja Brahma, é também parceira do Vasco da Gama.

No primeiro Vasco e Flamengo em São Januário, no ano de 1927, a conquista vascaína do troféu “O Pregão da Victoria”

No ano de 1927, o Gigante da Colina conquistou o troféu ” O Pregão da Victoria”, após uma vitória por 3 a 1 sobre o Flamengo. Os gols do time vascaíno foram anotados por Paschoal (2) e Russinho (1). O Vasco conquistou a taça com a seguinte equipe: Nélson, Espanhol, Itália, Nesi, Bolão, Rainha, Paschoal, Álvaro, Russinho, Tatu e Badu.

Artilheiros do ano do Vasco (décadas de 1910/1920/1930)

Artilheiros do ano do Vasco (décadas de 1910/1920/1930):

1916: Moraes (4 gols);

1917: Amyres (9 gols),

1918: Antonico (6 gols),

1919: Aristides Esquerdinha (14 gols),

1920: Aristides Esquerdinha (10 gols),

1921: Pires (12 gols),

1922: Claudionor Bolão (14 gols),

1923: Negrito (11 gols),

1924: Russinho (24 gols),

1925: Russinho (24 gols),

1926: Russinho (34 gols),

1927: Russinho (22 gols),

1928: Russinho (29 gols),

1929: Russinho (31 gols),

1930: Russinho (20 gols),

1931: Russinho (33 gols),

1932: Mário Mattos (18 gols),

1933: Russinho (10 gols),

1934: Lamanna (21 gols),

1935: Luiz de Carvalho (20 gols),

1936: Luiz de Carvalho (17 gols),

1937: Feitiço (21 gols),

1938: Alfredo (20 gols),

1939: Villadóniga (15 gols).

Nas 3 primeiras décadas do futebol vascaíno, o grande destaque foi o jogador Russinho, artilheiro do Vasco nos anos de 1924, 1925, 1926, 1927, 1928, 1929, 1930, 1931 e 1933 (em 9 oportunidades). Nos anos de 1924 a 1933, Russinho só não foi o maior goleador do Vasco da Gama no ano de 1932. Caso tivesse sido o artilheiro vascaíno no ano de 1932, teria sido 10 vezes seguidas o artilheiro do Cruzmaltino.

A bandeira náutica do Vasco (símbolo do esporte fundador do clube: o remo)

Desde a origem do Clube de Regatas Vasco da Gama, em 1898, o clube ostentava a sua bandeira náutica, um símbolo do esporte fundador do clube: o remo. Em 2018, o Gigante da Colina resolveu reutilizar este símbolo tão importante e histórico, que voltou a ser estampado na sede náutica do Vasco da Gama. Na representativa bandeira, a âncora, a bóia salva-vidas, o croque e o remo, as iniciais VG e a Cruz de Cristo (em vermelho) ao centro da faixa branca e, ao redor do restante da bandeira (em preto), o nome Club de Regatas Vasco da Gama (em branco e vermelho).

O “Tufão da Colina” na Taça Guanabara do ano 2000: campeão invicto e de forma avassaladora

Campanha magistral do Vasco da Gama na conquista de forma invicta da Taça Guanabara de 2000. Foram 11 jogos disputados, com 10 vitórias e 1 empate, 35 gols a favor (uma média de mais de 3 gols feitos por partida) e 5 apenas gols sofridos (uma média inferior a 0,5 gol sofrido por jogo), um impressionante saldo positivo de 30 gols (em apenas 11 jogos). O Vasco foi campeão com 31 pontos ganhos, seguido pelo Botafogo (26 pontos), Flamengo (23 pontos), Americano (16 pontos), Fluminense (13 pontos), Madureira (13 pontos), Olaria (13 pontos), América (11 pontos), Bangu (11 pontos), Friburguense (11 pontos), Volta Redonda (6 pontos), Cabofriense (5 pontos). O Vasco foi campeão com quase o dobro de pontos do quarto colocado (31 a 16) e 6,2 vezes mais pontos do que o último colocado (31 a 5). O Gigante da Colina venceu a competição com 5 pontos a mais que o Botafogo, 8 pontos a mais que o Flamengo, 18 pontos a mais que o Fluminense e 20 pontos a mais que o América. Uma campanha extraordinária.