Em 21/07/1974, Pelé fez o seu último gol em uma edição de Campeonato Brasileiro, no jogo diante do Vasco da Gama (pelo Brasileirão de 1974), em que o Gigante da Colina venceu a equipe santista por 2 a 1 no Maracanã e viria no mesmo ano a se tornar o primeiro clube carioca campeão da competição. O gol de Pelé na partida foi de bola parada, após um chute forte em cobrança de falta, no ângulo. No gol do time vascaíno, o argentino Andrada, conhecido como “El gato”, que também defendia o clube no jogo do milésimo gol de Pelé, ocorrido em 19/11/1969 (o gol 1000 da carreira do jogador Pelé aconteceu após uma cobrança de pênalti, em um jogo também ocorrido no Maracanã, pelo Roberto Gomes Pedrosa, o Campeonato Nacional da época).
Tostão: último título como jogador profissional foi com a camisa do Vasco da Gama
Em 1972, o Vasco conquistou a Taça José de Albuquerque, equivalente, naquele ano, ao terceiro turno do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro. No elenco vascaíno, Tostão, um dos maiores nomes do futebol nacional, campeão do mundo com a Seleção Brasileira na Copa de 1970 (FIFA), disputada no México, tendo sido um dos destaques da conquista do tricampeonato do time canarinho. O Vasco foi campeão invicto da Taça José de Albuquerque de 1972, com 4 vitórias e 2 empates, tendo Tostão feito 2 gols na competição, um no triunfo vascaíno por 1 a 0 no jogo diante da equipe do Fluminense e o outro de pênalti, na partida contra o time do Bonsucesso, em que o Vasco da Gama também venceu pelo placar de 1 a 0.
O surgimento da camisa branca do Vasco da Gama
Em 16/01/1938, surgiu a camisa branca (com a faixa preta) como opção de uniforme do futebol vascaíno (que jogava até então com a camisa negra, com a faixa branca, que era utilizada pelo lendário time dos “Camisas Negras”), em jogo contra a equipe do Bonsucesso, válido pelo Campeonato Carioca, com vitória vascaína por 4 a 1.
A origem da faixa na camisa do Vasco da Gama
A origem da faixa na camisa do Vasco da Gama vem desde os primeiros anos do clube, nas disputas das competições de Remo, tendo surgido por volta do ano de 1901, tendo sido o Clube de Regatas Vasco da Gama fundado em 1898. No futebol, a faixa estreou nos uniformes do time vascaíno no final dos anos 1930, consolidando-se ao longo dos anos 1940 (com a equipe do Expresso da Vitória), tornando-se popular e permanecendo até hoje.
Jorginho Carvoeiro: o gol do título no Campeonato Brasileiro de 1974 (a primeira conquista nacional da história do Vasco da Gama)
Em 1974, o ponta Jorginho Carvoeiro entrou para a história do Gigante da Colina ao fazer o gol que deu o título do Campeonato Brasileiro de 1974, o primeiro da história do Vasco da Gama (RJ), na vitória por 2 a 1 sobre o Cruzeiro (MG), no Maracanã, em um jogo extra, após as equipes do Vasco da Gama (RJ) e do Cruzeiro (MG) terem terminado empatadas com 4 pontos no quadrangular final da competição, que contava também com as equipes do Internacional (RS) e do Santos (SP), que terminaram com 2 pontos cada. No jogo de desempate, em 01/08/1974, emoção até o fim, com o Vasco abrindo o placar com Ademir, o Cruzeiro empatando com Nelinho e o Vasco voltando à frente no placar, após Jorginho Carvoeiro, como um foguete, disputar a bola com o goleiro do Cruzeiro e estufar a rede, definindo a vitória suada (nos minutos finais da partida) e a primeira conquista nacional do time de origem portuguesa, que carrega a cruz no peito, explodindo de alegria ao lado de Roberto Dinamite e de toda a equipe vascaína, sendo o time de São Januário o primeiro colocado, entre 40 times que disputaram o Brasileirão, tendo tido ainda os dois maiores públicos do torneio nacional, nos jogos entre Vasco e Internacional (28/07/1974) e entre Vasco e Cruzeiro (01/08/1974) e também a melhor média de público do Campeonato Brasileiro (uma média de 36619 torcedores por jogo).
Desempenho histórico dos times brasileiros no Mundial de Clubes
Mundial de Clubes (1960 a 2020)
1 – Santos (SP): 5 vitórias, 2 derrotas;
2 – Corinthians (SP): 4 vitórias, 2 empates;
3 – São Paulo (SP): 4 vitórias;
4 – Vasco da Gama (RJ): 3 vitórias, 1 empate, 1 derrota;
5 – Internacional (RS): 3 vitórias, 1 derrota;
6 – Flamengo (RJ): 3 vitórias e 2 derrotas;
7 – Grêmio (RS): 2 vitórias, 1 empate, 1 derrota;
8 – Palmeiras (SP): 1 vitória, 1 empate, 3 derrotas;
9 – Atlético (MG): 1 vitória, 1 derrota;
10 – Cruzeiro (MG): 1 empate, 2 derrotas.
Mundial de Clubes (1960 a 2022, mais Pequena Taça do Mundo de 1956 e Primeiro Torneio de Paris de 1957, as únicas competições, antes de 1960, em que se reuniu o campeão europeu e o campeão sulamericano)
1 – Vasco da Gama (RJ): 8 vitórias, 2 empates, 3 derrotas;
2 – Santos (SP): 5 vitórias, 2 derrotas;
3 – Corinthians (SP): 4 vitórias, 2 empates;
4 – São Paulo (SP): 4 vitórias;
5 – Internacional (RS): 3 vitórias, 1 derrota;
6 – Flamengo (RJ): 3 vitórias e 2 derrotas;
7 – Grêmio (RS): 2 vitórias, 1 empate, 1 derrota;
8 – Palmeiras (SP): 1 vitória, 1 empate, 3 derrotas;
9 – Atlético (MG): 1 vitória, 1 derrota;
10 – Cruzeiro (MG): 1 empate, 2 derrotas.
No ano 2000, dois Mundiais de Clubes (Mundial de Clubes da FIFA e Copa Intercontinental Europa/América do Sul)
Na decisão do Mundial de Clubes da FIFA de 2000, o Vasco da Gama (RJ) decidiu o título com o Corinthians (SP) nos pênaltis, com vitória da equipe paulista, após o jogo terminar empatado, no tempo normal, por 0 a 0. Já na Copa Intercontinental Europa/América do Sul, o Boca Juniors (Argentina) foi o campeão, após vencer por 2 a 1 o Real Madrid (Espanha).
Vasco x Corinthians (final brasileira, no Mundial de Clubes da FIFA de 2000)
Pela primeira e única vez na história, o Mundial de Clubes teve uma final com dois times de um mesmo país, com as equipes do Vasco da Gama (RJ) e do Corinthians (SP), ambas do Brasil.
Carlos Germano: um dos maiores arqueiros da história do Vasco da Gama
Carlos Germano, um dos maiores arqueiros da história do Vasco da Gama, chegou a ficar 933 minutos sem levar gols, entre 24/11/1991 e 27/09/1992.
Goleiros com mais jogos pelo Vasco da Gama
Carlos Germano: 632 jogos,
Barbosa: 570 jogos,
Mazarópi: 477 jogos,
Andrada: 370 jogos,
Fernando Prass: 248 jogos,
Martin Silva: 245 jogos,
Hélton: 178 jogos,
Acácio: 162 jogos,
Fábio: 150 jogos,
Márcio Cazorla: 115 jogos.
