Em julho de 1959, Pacoti, o “Pelé Branco” fez o gol mais bonito da sua carreira, após o gol com um lençol/chapéu no goleiro Fernando, do Flamengo, no Maracanã, muito antes de Romário “chapelar” outro goleiro do Flamengo, Zé Carlos, no ano de 1988, em um dos gols mais memoráveis da carreira do baixinho.
Mês: janeiro 2022
Gol de Sorato (ex Vasco): inauguração do Estádio Giulite Coutinho
Em 23/01/2000, houve a inauguração do Estádio do América (RJ), Giulite Coutinho, com vitória do time anfitrião por 3 a 1 sobre a seleção carioca. O primeiro gol do estádio foi de Sorato (jogador histórico do Vasco, que fez o gol do título brasileiro de 1989, em pleno Morumbi).
Lelé: craque vascaíno homenageado em marchinha de carnaval
No Boteco do José, composição de Augusto Garcez e Wilson Batista e cantada por Linda Batista, trata-se de uma marchinha de carnaval que na sua letra homenageia o craque vascaíno Lelé “é só dizer que é vascaíno e que é amigo do Lelé”, grande atacante do Expresso da Vitória.
Melhores jogadores da Copa São Paulo de Futebol Juniores com passagem, ao longo da carreira, pelo Vasco da Gama
Melhor jogador da Copa São Paulo de Futebol Juniores de 1991: Dener (jogador com passagem pelo Vasco da Gama em 1994);
Melhor jogador da Copa São Paulo de Futebol Juniores de 2003: Vágner Love (jogador com passagem pela base do Vasco da Gama no período de 1998 a 2000);
Melhor jogador da Copa São Paulo de Futebol Juniores de 2007: Breno (jogador com passagem pelo Vasco da Gama no período de 2017 a 2020).
Primeira vitória no Clássico dos Milhões na história do Torneio Rio São Paulo foi vascaína
20/02/1952 – Vasco 1 x 0 Flamengo (gol do Vasco: Ipojucan). Antes, nos anos de 1950 e 1951, houve 2 empates entre Vasco e Flamengo, um pelo placar de 1 a 1 e outro pelo placar de 2 a 2. Na edição de 1933, a primeira, não houve Clássico dos Milhões, pois o Flamengo não participou.
Primeiro jogo e autor do primeiro gol do Vasco na história do Torneio Rio São Paulo
Em 07/05/1933, houve o primeiro jogo e o primeiro gol do Vasco na história do Torneio Rio São Paulo, diante da equipe do Fluminense, que venceu a partida por 3 a 1. O gol vascaíno foi do jogador Almir.
Ganhadores do Prêmio Dener (Gol mais bonito da Copa São Paulo de Futebol Juniores)
2019: João Paulo (Jacobina/BA);
2020: Elias (Grêmio/RS);
2021: não ocorreu a competição;
2022: Endrick (Palmeiras).
Obs: Tiago Reis (Vasco) ficou em quarto lugar no Prêmio Dener de 2019 e João Pedro (JP) e Caio Lopes, ambos do Vasco, ficaram entre os 5 gols mais votados no Prêmio Dener de 2020, quarto e quinto lugares, respectivamente. Já Figueiredo, ficou em segundo lugar no Prêmio Dener de 2022.
Títulos de Charles Byrd pelo Vasco da Gama
Sulamericanos de Clubes Campeões (2 títulos);
Liga Sulamericana (2 títulos);
Campeonato Brasileiro (2 títulos);
Campeonato Carioca (2 títulos).
Jogadores “gigantes” do basquete vascaíno
Nenê Hilário e José Vargas podem ser considerados os maiores pivôs da história do basquete vascaíno, em todos os sentidos. Dois grandes jogadores e dois jogadores gigantes, respectivamente 2,11m e 2,08m de altura. Nenê Hilário jogou vários anos na NBA (pelo Denver Nuggets, Washington Wizards e Houston Rockets) e José Vargas chegou a ser selecionado para jogar na NBA, via draft. Ambos se tornaram multicampeões pelo Gigante da Colina, o segundo chegando a ser vice-campeão mundial pelo clube, em uma final histórica do Vasco (Brasil/RJ) diante do San Antônio Spurs (EUA) da NBA. Ele fez parte da seleção do campeonato mundial de clubes (McDonald’s Championship 2000) junto de outro vascaíno, Charles Byrd. Jogadores inesquecíveis (“gigantes”) do basquete vascaíno, que conquistaram vários títulos sulamericanos, nacionais e estaduais.
O simbolismo que cada torcedor vascaíno sente e compartilha
De um caminho construtivo, de esperança e fé, cada torcedor vascaíno se veste, na bela história de muita luta, que tem as cores branca e preta mescladas ao vermelho. Preto e branco que significam os mares desconhecidos e os conhecidos, mas que também pode representar a busca da igualdade entre todas as pessoas, sem preconceitos, somando-se ao vermelho da Cruz de Cristo, que cada torcedor carrega no lado esquerdo do peito, no lado do coração, dentro de uma faixa. O Vasco é “real”, podendo ser chamado atualmente de Real Clube de Regatas Vasco da Gama, através da união do Brasil e de Portugal, mas muito mais que isso, há uma luta “real” e permanente, no Vasco da Gama, pela união das pessoas, das suas diferentes culturas e histórias de vida, em um clube com tradição humilde e popular. A resposta histórica de 1924 continua viva nos dias de hoje, por mais respeito e igualdade entre todos.
