No Mundial de Clubes de Basquete Masculino de 1999, o Vasco jogou a final da competição contra o San Antônio Spurs, depois de vencer o campeão europeu na semifinal e o representante da Oceania, na fase anterior, chegando a vencer o terceiro quarto da decisão contra a equipe norte americana por 30 a 23, mas não conseguiu vencer os campeões da NBA, tendo sido o placar do jogo, 103 a 68, para a equipe dos Estados Unidos.
Torcidas do Vasco (ao longo da sua história) espalhadas pelo Brasil
Torcida de Mar e Terra,
Grêmio Queridos do Vasco,
FIV,
TOV,
TOVIVA,
Força Jovem,
Super Jovem,
Ira Jovem,
Loucos pelo Vasco,
Império Vasco,
Força Independente Vasco da Gama,
Mancha Negra,
Motivascão,
Guerreiros da Colina,
Guerreiros do Almirante,
Almirantes da Ilha,
Torcida Vasmarujos,
Torcida Gigante da Colina,
Torcida Trem Bala do Sul,
Pequenos Vascaínos,
Kamikazes Vascaínos,
União Vascaína,
Renovascão,
PetroVasco,
Confraria do Vasco,
Vasco Raça,
Vascentro,
Vascoreal,
Vasbandeira,
VasBarreira,
Vaslovasco,
Vaspavuna,
Vasquita,
Vascoelho,
Vascolina Camisa 13,
Vaspanema,
Vasmetal,
Vassucesso,
Vasco Serra,
Olavasco,
Vaskennedy,
Vasguel,
Vasdréia,
Vascontente,
Vascoinhaúma,
Vascarepaguá,
Vaspedro II,
Vascoilha,
Méier Vasco,
Vascachaça,
Vastelles,
Vasbicão,
Vasquintino,
Vasconçalo,
Feminina Camisa 12,
Vasmeriti,
Vasboêmios,
Vasconde,
Saravasco,
VASSOFIA,
Juavasco,
Vasco Brusque,
Vasco BH,
VasBoaVista,
Vascampinas,
Vasguaçu,
Vasresende,
Vasnatal,
Vascão Natal,
Torcida Vascaíba-Macaíba,
Vila Vasqueire,
Rasta,
Resenha vascaína,
Coração Cruzmaltino,
Vascoração,
Torcida Vascoense,
Torcida Vascarangola,
Torcida Vasvigário,
Torcida Vascaranduba,
Torcida Organizada do Vasco Jampa,
Vasparaíso,
Vascomunistas,
Anarquia,
Vasfeministas,
Nova Era Cruzmaltina,
Bacalhau Chopp;
Gigante Hostil;
Vasbaixada;
Apê Vasco;
Vasco Barbante;
Vascaju;
Gigantes do PPG;
Torcida VascoAliança;
Fuzarca-Am.
Selevasco (time de lendas)/Vasco legends
Selevasco formada apenas por lendas do futebol brasileiro, que vestiram a camisa do Vasco ao menos em uma partida de futebol na carreira.
Goleiro: Barbosa
Laterais: Garrincha e Júnior
Zagueiros: Bellini e Domingos da Guia
Meias/armadores: Zico, Telê Santana e Tostão
Atacantes/pontas: Heleno de Freitas, Leônidas da Silva e Ademir de Menezes.
Capitão do time de lendas (atleta do século): Pelé
Treinador: Zizinho
Presidente: Roberto Dinamite
Selevasco dos “Camisas Negras” de todos os tempos
Seleção do Vasco formada apenas por jogadores negros, com tantos gênios da bola que fica impossível imaginar como seria navegar pela história do Gigante Cruzmaltino sem que esses grandes jogadores tivessem desfilado os seus talentos jogando pelo Clube da Colina, por conta de quaisquer preconceitos raciais, pelos quais o futebol já passou, mas que foram enfrentados e vencidos, sendo o Clube de Regatas Vasco da Gama pioneiro na luta pela igualdade de direitos, independentemente da condição econômica ou da cor.
Goleiros: Nélson, Barbosa, Oncinha, Hélton
Laterais: Marco Antônio, Lira, Pimentel, Zé Maria, Jorginho Paulista, Jorge, Cássio, Mazinho, Gilberto
Zagueiros: Domingos da Guia (“Domingada”), Quinonez (“cabeleira”), Célio Silva, Odvan (“zagueiro zagueiro”), Dedé (“Dedeckenbauer”), Jaú, Ortunho, Júnior Baiano, Viana, Rafael Vaz, Rodrigo
Volantes: Fausto (“Maravilha Negra”), Alfredo II, Alcir Portela, Zé do Carmo, Amaral, Felipe Bastos
Meias: Cecy, Ely do Amparo, Isaías, Rubens Josué da Costa, Laerte, Tinoco, França, Paulo Miranda, Vágner
Atacantes: Leônidas da Silva (“Diamante Negro”), Gradim, Dener (“mistura do Guarrincha e do Pelé”), Romário (“chapa quente”), Pelé (“o atleta do século”), Amarildo, Paulo César Caju, Cláudio Adão, Vivinho (“jogador dos três chapéus”), Donizete (“pantera”), Viola, Tesourinha, Sabará, Livinho, Jorginho Carvoeiro e Valfrido “Espanador da Lua”
Treinador: Zizinho (“Mestre Ziza”)
Presidente: Cândido José de Araújo
Maiores medalhistas brasileiros nos Jogos Olímpicos, atletas com mais de uma medalha (vários com passagem pelo Vasco)
Robert Scheidt (iatismo): 5 medalhas (2 medalhas de ouro, duas medalhas de prata, 1 medalha de bronze), já foi atleta do Vasco.
Torben Grael (iatismo): 5 medalhas (2 medalhas de ouro, 1 medalha de prata, 2 medalhas de bronze), já foi atleta do Vasco.
Serginho (vôlei): 4 medalhas (2 medalhas de ouro, 2 medalhas de prata).
Gustavo Borges (natação): 4 medalhas (2 medalhas de prata, 2 medalhas de bronze), já foi atleta do Vasco.
Marcelo Ferreira (iatismo): 3 medalhas (2 medalhas de ouro, 1 medalha de bronze), já foi atleta do Vasco.
Dante, Giba e Rodrigão, Bruninho (vôlei): 3 medalhas (1 medalha de ouro e 2 medalhas de prata).
Ricardo e Emanuel (vôlei de praia): 3 medalhas (1 medalha de ouro, 1 medalha de prata, 1 medalha de bronze), já foram atletas do Vasco.
Rodrigo Pessoa (hipismo): 3 medalhas (1 medalha de ouro, 2 medalhas de bronze), já foi atleta do Vasco.
César Cielo (natação): 3 medalhas (1 medalha de ouro, 2 medalhas de bronze).
Fofão (vôlei): 3 medalhas (1 medalha de ouro, 2 medalhas de bronze).
Isaquias Queiroz (canoagem): 3 medalhas (2 medalhas de prata, 1 medalha de bronze).
Adhemar Ferreira da Silva (atletismo): 2 medalhas (2 medalhas de ouro), já foi atleta do Vasco.
Fabi, Fabiana, Giovani, Jaqueline, Maurício, Paula Pequeno, Sheilla, Thaísa (vôlei): 2 medalhas (2 medalhas de ouro), Fabi e Giovani já foram atletas do Vasco.
Arthur Zanetti (ginástica artística): 2 medalhas (1 medalha de ouro, 1 medalha de prata).
Ricardinho, André Nascimento, André Heller, Gustavo, Amaurir Ribeiro (vôlei): 2 medalhas (1 medalha de ouro, 1 medalha de prata).
Joaquim Cruz (atletismo): 2 medalhas (1 medalha de ouro, 1 medalha de prata).
Guilherme Paraense (tiro esportivo): 2 medalhas (1 medalha de ouro, 1 medalha de bronze).
Aurélio Miguel (judô): 2 medalhas (1 medalha de ouro, 1 medalha de bronze).
Andréia Suntaque, Cristiane, Formiga, Marta, Maycon, Pretinha, Tânia Maranhão, Ademir Roque (futebol): 2 medalhas (2 medalhas de prata), Marta, Pretinha e Tânia Maranhão já foram atletas do Vasco.
Adriana Behar, Shelda (vôlei de praia): 2 medalhas (2 medalhas de prata).
Janeth Arcain, Silvinha, Alessandra (basquete): 2 medalhas (1 medalha de prata, 1 medalha de bronze), Janeth Arcain já foi atleta do Vasco.
Bebeto (futebol): 2 medalhas (1 medalha de prata, 1 medalha de bronze), já foi atleta do Vasco.
Bruno Prada (iatismo): 2 medalhas (1 medalha de prata, 1 medalha de bronze).
Afrânio da Costa (tiro esportivo): 2 medalhas (1 medalha de prata, 1 medalha de bronze).
Tiago Camilo (judô): 2 medalhas (1 medalha de prata, 1 medalha de bronze).
André Domingos, Vicente Lenilson, Edson Luciano (atletismo): 2 medalhas (1 medalha de prata, 1 medalha de bronze), os três já foram atletas do Vasco.
Nélson Prudêncio (atletismo): 2 medalhas (1 medalha de prata, 1 medalha de bronze).
Fernando Scherer (natação): 2 medalhas (2 medalhas de bronze).
Mayra Aguiar, Rafael Silva, Leandro Guilheiro (judô): 2 medalhas (2 medalhas de bronze).
Lars Grael, Reinaldo Conrad (iatismo): 2 medalhas (2 medalhas de bronze).
Robson Caetano (atletismo): 2 medalhas (2 medalhas de bronze), já foi atleta do Vasco.
João Carlos de Oliveira, João do Pulo (atletismo): 2 medalhas (2 medalhas de bronze).
Virna (vôlei): 2 medalhas (2 medalhas de bronze).
Amaury Pasos, Mosquito, Antônio Sucar, Rosa Branca, Algodão, Wlamir Marques (basquete): 2 medalhas (2 medalhas de bronze).
Doda (hipismo): 2 medalhas (2 medalhas de bronze).
Dos atletas listados acima, Robert Scheidt, Torben Grael, Marcelo Ferreira, Ricardo e Emanuel, Rodrigo Pessoa, Adhemar Ferreira da Silva, Robson Caetano, André Domingos, Vicente Lenilson, Edson Luciano, Fabi, Giovani, Adriana Behar, Shelda, Janeth Arcain, Bebeto, Marta, Pretinha, Tânia Maranhão já foram atletas do Vasco, um total de 20 esportistas.
Medalhistas brasileiros em Jogos Panamericanos (com 10 ou mais medalhas), 4 atletas com passagem pelo Vasco
Thiago Pereira (natação): 23 medalhas, sendo 15 medalhas de ouro, 4 medalhas de prata, 4 medalhas de bronze.
Gustavo Borges (natação): 19 medalhas, sendo 8 medalhas de ouro, 8 medalhas de prata, 3 medalhas de bronze (já foi atleta do Vasco).
Hugo Hoyama (tênis de mesa): 15 medalhas, sendo 10 medalhas de ouro, 1 medalha de prata, 4 medalhas de bronze (já foi atleta do Vasco)
Cláudio Kano (tênis de mesa): 12 medalhas, sendo 7 medalhas de ouro, 3 medalhas de prata, 2 medalhas de bronze.
Sebastián Cuattrin (canoagem): 11 medalhas, sendo 1 medalha de ouro, 6 medalhas de prata, 4 medalhas de bronze (já foi atleta do Vasco).
Djan Madruga (natação): 11 medalhas, sendo 5 medalhas de prata, 6 medalhas de bronze (já foi atleta do Vasco).
Fernando Scherer (natação): 10 medalhas, sendo 7 medalhas de ouro, 2 medalhas de prata, 1 medalha de bronze.
Cláudio Biekarck (iatismo): 10 medalhas, sendo 1 medalha de ouro, 5 medalhas de prata, 4 medalhas de bronze.
Daniele Hypólito (ginástica artística): 10 medalhas, sendo 7 medalhas de prata, 3 medalhas de bronze.
Dos atletas com dez ou mais medalhas pelo Brasil nos Jogos Panamericanos, 4 tiveram passagem pelo Vasco da Gama: Gustavo Borges (natação), Hugo Hoyama (tênis de mesa), Sebastián Cuattrin (canoagem) e Djan Madruga (natação).
Pelé e o seu amor pelo Vasco
O pai de Pelé, João Ramos do Nascimento, jogava com um jogador chamado Marinho, que depois foi para o Vasco. Então, desde a infância, Edson Arantes do Nascimento, ou simplesmente Pelé, declara o seu amor pelo Vasco, que tem a sua torcida desde cedo, que foi reafirmada recentemente e virou notícia mundial. Pelé, como ele próprio já falou, é muito grato ao Cruzmaltino também, porque foi no Gigante da Colina que ele apareceu na vitrine nacional, em um Maracanã lotado, participou de um combinado Vasco/Santos, em 1957, ainda com 17 anos de idade, onde fez 5 gols com a camisa vascaína (sendo um dos gols contra o time do Flamengo) e logo após foi convocado para a Seleção Brasileira e depois daí, o resto da história todo mundo já conhece, três títulos mundiais da FIFA pelo Brasil e se tornaria o melhor futebolista de todos os tempos e o atleta do século, o mais popular do esporte mais popular do mundo. A origem do nome Pelé veio, de acordo com a história contada pelo próprio craque, por conta de um jogador que se chamava Bilé, colega de time do seu pai, no Vasco de São Lourenço, de Minas Gerais, que era goleiro da equipe e despertava uma grande admiração no garoto que sonhava ser um dia jogador de futebol, como todo brasileiro sonha em algum momento da vida. Daí, nos elogios ao goleiro saía um “Boa, Bilé”, que pelo seu sotaque se entendia, “Boa Pilé”, sendo que no Brasil a letra “i” muitas vezes na fala fica com som da letra “e”, dali em diante o apelido do menino viraria “Pelé”, o qual participou da inauguração do Estádio Vasco da Gama ou São Januário (como o caldeirão vascaíno se tornou conhecido), do verdadeiro time do povo brasileiro, do Clube de Regatas Vasco da Gama, que construiu seu próprio estádio com a ajuda de sua torcida, como uma das exigências dos times da elite carioca da época, que dentre outras exigências não queriam aceitar os jogadores negros e operários do Vasco no campeonato do Rio de Janeiro, exigência essa que o Vasco não aceitou, por meio de um manifesto escrito de repúdio, que ficou conhecido como “Resposta Histórica”, que foi fundamental para a popularização do esporte no país, independentemente da condição econômica, social ou da cor da pele, sendo que a primeira grande equipe vascaína foi merecidamente reconhecida como “camisas negras”. Então, Pelé torce para o clube que não tem em sua história esportiva a prática do racismo, da exclusão, mas sim da igualdade de oportunidades, da inclusão social pela prática esportiva. Pelé também fez o milésimo gol da sua carreira em um jogo entre Vasco e Santos, no Maracanã, que também entrou para a história. A relação do artista da bola “Pelé” com o Vasco é, pois, de muito reconhecimento, admiração e amor.
Adhemar Ferreira da Silva, maior nome do atletismo vascaíno e brasileiro de todos os tempos
O atleta brasileiro de salto triplo, bicampeão olímpico e tricampeão panamericano, foi atleta do Vasco da Gama de 1955 a 1960, conquistando pelo clube, nesse período, 5 estaduais do Rio de Janeiro, 2 Troféu Brasil, 1 Panamericano (Chicago/1959) e 1 (uma) Olimpíada (Melbourne/1956).
Vasco nos Jogos Panamericanos de Winnipeg (1999)
O Vasco chegou ao Panamericano de Winnipeg, no Canadá, em 1999, com 160 atletas apoiados pelo clube, dos 436 atletas que faziam parte da delegação brasileira nos jogos, quase 40 por cento dos esportistas brasileiros, naquela edição.
Jogadores do Vasco que em suas passagens pelo clube foram convocados para seleções nacionais
Década de 1920:
(11 jogadores)
Brilhante
Espanhol
Fausto
Itália
Jaguaré
Mola
Nélson
Paschoal
Russinho
Santana
Torterolli
Década de 1930:
(11 jogadores)
Domingos da Guia
Florindo
Gringo
Jaú
Leônidas da Silva
Nena
Orlando Rosa
Rei
Tinoco
Villadoniga
Zarzur
Década de 1940:
(18 jogadores)
Ademir de Menezes
Alfredo II
Argemiro
Augusto
Barbosa
Chico
Danilo Alvim
Djalma
Ely do Amparo
Friaça
Isaías
Jair Rosa Pinto
Lelé
Maneca
Nascimento
Osvaldo Gericó
Tesourinha
Wilson
Década de 1950:
(11 jogadores)
Almir Pernambuquinho
Bellini
Coronel
Haroldo
Ipojucan
Orlando Peçanha
Paulinho de Almeida
Pinga
Sabará
Válter Marciano
Vavá
Década de 1960:
(8 jogadores)
Brito
Célio Taveira
Delém
Écio Capovilla
Fontana
Nado
Nei
Oldair
Década de 1970:
(14 jogadores)
Abel Braga
Carlos Alberto Pintinho
Dirceu
Emerson Leão
Guina
Luís Carlos Lemos
Marco Antônio
Miguel
Moisés
Orlando Lelé
Paulinho
Roberto Dinamite
Tostão
Wilsinho
Década de 1980:
(19 jogadores)
Acácio
Arturzinho
Bebeto
Bismarck
César
Dunga
Geovani
Marquinho Carioca
Mazinho
Paulo Roberto
Pedrinho Vicençote
Pires
Régis
Roberto Costa
Romário
Quinonez
Tita
Vivinho
Zé do Carmo
Década de 1990:
(17 jogadores)
Alexandre Torres
Bruno Carvalho
Carlos Germano
Cássio
Charles Guerreiro
Cobi Jones
Donizete
Edmundo
Felipe
Juninho Pernambucano
Leandro Ávila
Luís Carlos Winck
Luisinho
Odvan
Ricardo Rocha
Zé Maria
Yan
Década de 2000:
(5 jogadores)
Euller
Fábio
Juninho Paulista
Morais
Souza
Década de 2010:
(6 jogadores)
Dedé
Diego Souza
Luan
Martin Silva
Rômulo
Yotún
Década de 2020 (4 jogadores)
Galarza
Andrey Santos
Puma Rodrigues
Medel
Total: 123 jogadores, considerando o jogador apenas em uma década, da primeira convocação para a Seleção Nacional, mesmo que o jogador tenha sido convocado novamente para a Seleção de seu país em passagens posteriores pelo Vasco.
