Vasco: clubes homônimos pelo Brasil e pelo Mundo

Club Vasco da Gama (Amazonas/AM) (extinto),

Vasco (Porto Velho/RO),

Vasco (Óbidos/PA),

Associação Desportiva Vasco da Gama (Acre/AC),

Vasco Esporte Clube (Sergipe/SE),

Esporte Clube Vasco da Gama (Iguatu/CE),

Vasco Esporte Clube do Alto da Penha (Crato/CE),

Vasco de Caruaru (Conceição do Coité/BA),

Vasco da Gama Futebol Clube (São Luís/MA) (extinto),

Clube de Regatas Vasco da Gama (Brasília/DF) (extinto)

Vasco da Gama Esporte Clube (Tangará da Serra/MT),

Clube de Regatas Vasco da Gama (Rio de Janeiro/RJ),

Esporte Clube Vasco da Gama Suburbano (Río de Janeiro) (extinto)

Vasco (Campos/RJ),

Vasco (Tupaciguara/MG),

Vasco (São Lourenço/MG),

Vasco de Passos (MG),

Vasco do Jardim Vista Alegre (São Paulo/SP),

Vasco (Santos/SP),

Vasco (São Bernardo do Campo/SP),

Vasco (Itapecerica da Serra/SP),

Vasco (Americana/SP),

Associação Esportiva Vasco Futebol Clube/Jardim Icaraí (São Paulo/SP),

Vasco (Curitiba/PR),

Vasco (Florianópolis/SC),

Vasco (Porto Alegre/RS),

Vasco da Gama Futebol Clube (Caxias do Sul/RS),

Vasco (Farroupilha/RS),

Vasco (Itaqui/RS),

Vasco (Flores da Cunha/RS),

Bridgeport Vasco da Gama (Bridgeport/Estados Unidos da América),

Clube Vasco da Gama Bermuda (Hamilton/Bermudas),

ADRC Vasco da Gama (Fátima/Portugal),

Vasco da Gama Atlético Clube (Sines/Portugal),

Vasco da Gama Futebol Clube (Recarea/Portugal),

Clube de Futebol Vasco da Gama (Vila de Vidigueira/Distrito de Beja/Portugal),

Sporting Clube Vasco da Gama (Porto/Portugal),

Club de Regatas Vasco da Gama (África do Sul) (extinto),

Clube Recreativa Vasco da Gama (Cidade do Cabo/África do Sul),

NITEL Vasco da Gama FC (Enugu/Nigéria) (extinto),

Clube de Desportos de Vasco da Gama (atualmente NRB Vasco Sports Club) (Goa/Índia)

Ademir de Menezes, o jogador brasileiro que fez mais gols em uma única partida de Copa do Mundo

Na vitória do Brasil frente a Suécia por 7 a 1 na Copa do Mundo de Futebol Masculino de 1950, ocorrida no Brasil, Ademir de Menezes, ” o queixada”, fez 4 gols dos 7 gols anotados pela Seleção Brasileira naquele jogo histórico do dia 09/07/1950, recorde de gols em uma única partida de Copa do Mundo, entre todos os jogadores da Seleção Brasileira Masculina de Futebol nas Copas.

A maior goleada aplicada pelo Vasco no Santos foi no Campeonato Brasileiro de 1970 (Torneio Roberto Gomes Pedrosa)

O time do Santos contava com Pelé, Carlos Alberto Torres, Clodoaldo e Edu (campeões do Mundial de 1970 com a Seleção Brasileira) e contava ainda com jogadores do nível de Djalma Dias. O jogo aconteceu em 17/10/1970, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro de 1970 (Torneio Roberto Gomes Pedrosa), acontecendo nesse dia a maior goleada aplicada no time do Santos na história do clássico Bacalhau/Peixe. Os gols vascaínos foram de Silva (2 gols), Luís Carlos (1 gol), Benetti (1 gol) e Gilson Nunes (1 gol). O gol santista foi de Douglas.

Time do Vasco: Élcio, Fidélis, Renê, Joel Santana, Eberval, Ademir, Benetti, Luís Carlos (Willy), Silva, Dé (Kosilek) e Gilson Nunes. Treinador: Tim.

Time do Santos: Cejas, Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado (Marçal), Djalma Dias, Rildo, Clodoaldo, Lima (Douglas), David, Nenê, Pelé e Edu.

Equilíbrio nos jogos entre o Vasco de Roberto Dinamite e o Flamengo de Zico, com Dinamite sendo o artilheiro do Clássico dos Milhões

Nos jogos entre Vasco e Flamengo, com Roberto Dinamite e Zico em campo, foram 12 vitórias do Vasco, 12 vitórias do Flamengo e 17 empates. Já em se tratando da artilharia do histórico clássico, a vantagem é do Vasco, com Roberto Dinamite tendo balançado as redes flamenguistas 27 vezes, enquanto Zico balançou as redes vascaínas 19 vezes.

Grito de Casaca

Nas comemorações vascaínas é tradição entoar o grito de Casaca: “Atenção vascaínos! Ao Vasco nada? tudo! Então, como é que é que é que é? Casaca, casaca, casa, casa, casaca, a turma é boa é mesmo da fuzarca! Vasco, Vasco, Vasco!”.

Músicas dedicadas ao Vasco

Primeiro hino do Vasco, de 1918, hino triunfal do Vasco da Gama (composição de Joaquim Barros Ferreira da Silva)

Hino do Pavilhão, segundo hino da história do Vasco (composição de João de Freitas)

Terceiro hino do Vasco, mais popular (composição de Lamartine Babo, grande compositor brasileiro, compôs também os hinos oficiais de outros grandes clubes)

Nosso Vasco Campeão (canção de Erasmo Carlos)

Calango vascaíno (música de Martinho da Vila)

De Gama a Vasco, a epopéia da Tijuca (composição de Adilson Gavião, Adalto Magalha, Márcio Paiva e Serginho do Porto)

Eu nasci amando o Vasco demais (MC Charles, uma versão vascaína da música “eu nasci há dez mil anos atrás”, composição dos vascaínos Raul Seixas e Paulo Coelho)

Trem bala da colina (MC Charles)

Canto com amor (MC Darlan)

Nasci pra te seguir (Lexa e MC Darlan)

Vasco, minha vida minha história (MC Darlan)

Marchinha do Vasco Campeão (Gabriel Valladares)

Camisas negras – versão rock (Catedral)

O Campeão voltou (Catedral)

Casaca (Serjão Loroza)

Hino do centenário Vasco da Gama (Pierre Aderne)

Hino de samba ao Vasco (Pierre Aderne)

Hino do Bacalhau (Pierre Aderne)

Rap da felicidade vascaína (Pierre Aderne)

Meu canto vascaíno (Paulinho Mocidade)

Vou subir a colina (Fernanda Abreu)

Êxtase (Aldir Blanc e Djavan)

Casaca, Casaca (Nélson Sargento)

Algumas frases e escritos famosos sobre o Vasco

“enquanto existir um coração infantil, o Vasco da Gama será imortal” (Américo Oliveira Cachiço, vencedor em um concurso de frases promovido pelo Vasco, no ano de 1958).

“vestir uma camisa que já vem até com faixa de campeão é coisa de predestinado” (Nelson Piquet, tricampeão mundial de F1).

“não digo que sou vascaíno doente, pois doente é quem não é vascaíno” (Carlos Drummond de Andrade, um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos).

“E viva, viva o Vasco: o sofrimento há de fugir, se o ataque lavra um tento. Time, torcida, em coro, neste instante, Vamos gritar: Casaca! Ao almirante. E deixem de briga, minha gente. O pé tome a palavra: bola em frente” (Carlos Drummond de Andrade, um maiores ícones da história da literatura brasileira).

“No Brasil só existe um time, que é o Vasco da Gama” (Chacrinha, um dos maiores apresentadores e comunicadores que o Brasil já teve).

“Eu não sou Flamengo, pra mim o Flamengo é o pior time do mundo” (Chacrinha, o “velho guerreiro”).

“Ser vascaíno é ser discreto, é ser convicto da nossa superioridade, tranquilamente, sem alardes. A gente não precisa sair gritando por cima dos telhados que é Vasco – afinal, não se quer humilhar ninguém. Mas quando as vitórias se acumulam, os adversários mordem o pó e as outras bandeiras se curvam ante o pendão da cruz de malta – , aí não há modéstia que aguente, por mais pena que se tenha dos vencidos, a verdade precisa ser clamada, e temos que lançar nos ares o nosso grito de guerra. VAAAAASSSSSCO!”. (Rachel de Queiroz, primeira mulher a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras).

” Tomamos como armas a caravela do Navegador, a ostentar a cruz de Cristo portuguesa, enquanto corta o mar oceano; e nessa bela divisa está simbolizado inteiramente o Vasco: Portugal está todo na cruz dos navegantes, e o mar é este mar do Brasil, mar tenebroso de dantes, que os marujos portugueses souberam transformar num simples estreito, a unir, não mais a separar a ponta extrema da Europa, que são eles, à ponta extrema da América, que somos nós.”. (Rachel de Queiroz, uma das maiores escritoras da literatura brasileira de todos os tempos).

“Se for para a segunda divisão, sou Vasco. Se for para a terceira, sou Vasco. Se o Vasco acabar, ainda sou Vasco” (Aldir Blanc, músico e compositor de inúmeras canções, algumas delas expressando o seu amor pelo Vasco).

” Ser vascaíno é um sentimento em que a vitória e a derrota ficam em segundo plano, pois o que importa é jogar com raça e amor à camisa” (Aldir Blanc, músico, compositor, cronista e escritor).

” Quando eu nasci, um anjo luso desses que empurram burrinho-sem-rabo, me sacaneou: – Vai, Blanc, ser Basco na bida. Aquele pedaço do hino que diz “tua imensa torcida é bem feliz…” , aqui ó. A gente tem andado rindo um pro outro nos últimos tempos, daquele jeito sem jeito que vascaíno ri, mas sabe o que vem pela frente. É a mesma história de sempre: somos campeões, sonhamos com novas conquistas (…)” (Aldir Blanc, compositor da música “Coração verde e amarelo”, que foi bastante tocada durante a trajetória do tetracampeonato mundial da Seleção Brasileira, em 1994).

Em 1950, a Seleção Brasileira utilizou, no Mundial de Futebol Masculino disputado no Brasil, a base do Expresso da Vitória vascaíno, grande esquadrão da época.

Jogadores convocados do Vasco (8):

Barbosa

Augusto

Ely do Amparo

Alfredo II

Maneca

Danilo Alvim

Ademir de Menezes

Chico

Jogador convocado do São Paulo:

Friaça

Jogador convocado do Palmeiras:

Jair Rosa Pinto

Técnico: Flávio Costa

Todos os 10 jogadores e o treinador listados acima fizeram parte do Expresso da Vitória e já haviam defendido ou ainda defendiam o Vasco.

Todos os 22 gols da Seleção Brasileira, na Copa do Mundo de 1950, tiveram a participação de algum dos jogadores listados acima (com gol/assistência).