Grito de Casaca

Nas comemorações vascaínas é tradição entoar o grito de Casaca: “Atenção vascaínos! Ao Vasco nada? tudo! Então, como é que é que é que é? Casaca, casaca, casa, casa, casaca, a turma é boa é mesmo da fuzarca! Vasco, Vasco, Vasco!”.

Músicas dedicadas ao Vasco

Primeiro hino do Vasco, de 1918, hino triunfal do Vasco da Gama (composição de Joaquim Barros Ferreira da Silva)

Hino do Pavilhão, segundo hino da história do Vasco (composição de João de Freitas)

Terceiro hino do Vasco, mais popular (composição de Lamartine Babo, grande compositor brasileiro, compôs também os hinos oficiais de outros grandes clubes)

Nosso Vasco Campeão (canção de Erasmo Carlos)

Calango vascaíno (música de Martinho da Vila)

De Gama a Vasco, a epopéia da Tijuca (composição de Adilson Gavião, Adalto Magalha, Márcio Paiva e Serginho do Porto)

Eu nasci amando o Vasco demais (MC Charles, uma versão vascaína da música “eu nasci há dez mil anos atrás”, composição dos vascaínos Raul Seixas e Paulo Coelho)

Trem bala da colina (MC Charles)

Canto com amor (MC Darlan)

Nasci pra te seguir (Lexa e MC Darlan)

Vasco, minha vida minha história (MC Darlan)

Marchinha do Vasco Campeão (Gabriel Valladares)

Camisas negras – versão rock (Catedral)

O Campeão voltou (Catedral)

Casaca (Serjão Loroza)

Hino do centenário Vasco da Gama (Pierre Aderne)

Hino de samba ao Vasco (Pierre Aderne)

Hino do Bacalhau (Pierre Aderne)

Rap da felicidade vascaína (Pierre Aderne)

Meu canto vascaíno (Paulinho Mocidade)

Vou subir a colina (Fernanda Abreu)

Êxtase (Aldir Blanc e Djavan)

Algumas frases e escritos famosos sobre o Vasco

“enquanto existir um coração infantil, o Vasco da Gama será imortal” (Américo Oliveira Cachiço, vencedor em um concurso de frases promovido pelo Vasco, no ano de 1958).

“vestir uma camisa que já vem até com faixa de campeão é coisa de predestinado” (Nelson Piquet, tricampeão mundial de F1).

“não digo que sou vascaíno doente, pois doente é quem não é vascaíno” (Carlos Drummond de Andrade, um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos).

“E viva, viva o Vasco: o sofrimento há de fugir, se o ataque lavra um tento. Time, torcida, em coro, neste instante, Vamos gritar: Casaca! Ao almirante. E deixem de briga, minha gente. O pé tome a palavra: bola em frente” (Carlos Drummond de Andrade, um maiores ícones da história da literatura brasileira).

“No Brasil só existe um time, que é o Vasco da Gama” (Chacrinha, um dos maiores apresentadores e comunicadores que o Brasil já teve).

“Eu não sou Flamengo, pra mim o Flamengo é o pior time do mundo” (Chacrinha, o “velho guerreiro”).

“Ser vascaíno é ser discreto, é ser convicto da nossa superioridade, tranquilamente, sem alardes. A gente não precisa sair gritando por cima dos telhados que é Vasco – afinal, não se quer humilhar ninguém. Mas quando as vitórias se acumulam, os adversários mordem o pó e as outras bandeiras se curvam ante o pendão da cruz de malta – , aí não há modéstia que aguente, por mais pena que se tenha dos vencidos, a verdade precisa ser clamada, e temos que lançar nos ares o nosso grito de guerra. VAAAAASSSSSCO!”. (Rachel de Queiroz, primeira mulher a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras).

” Tomamos como armas a caravela do Navegador, a ostentar a cruz de Cristo portuguesa, enquanto corta o mar oceano; e nessa bela divisa está simbolizado inteiramente o Vasco: Portugal está todo na cruz dos navegantes, e o mar é este mar do Brasil, mar tenebroso de dantes, que os marujos portugueses souberam transformar num simples estreito, a unir, não mais a separar a ponta extrema da Europa, que são eles, à ponta extrema da América, que somos nós.”. (Rachel de Queiroz, uma das maiores escritoras da literatura brasileira de todos os tempos).

“Se for para a segunda divisão, sou Vasco. Se for para a terceira, sou Vasco. Se o Vasco acabar, ainda sou Vasco” (Aldir Blanc, músico e compositor de inúmeras canções, algumas delas expressando o seu amor pelo Vasco).

” Ser vascaíno é um sentimento em que a vitória e a derrota ficam em segundo plano, pois o que importa é jogar com raça e amor à camisa” (Aldir Blanc, músico, compositor, cronista e escriror).

” Quando eu nasci, um anjo luso desses que empurram burrinho-sem-rabo, me sacaneou: – Vai, Blanc, ser Basco na bida. Aquele pedaço do hino que diz “tua imensa torcida é bem feliz…” , aqui ó. A gente tem andado rindo um pro outro nos últimos tempos, daquele jeito sem jeito que vascaíno ri, mas sabe o que vem pela frente. É a mesma história de sempre: somos campeões, sonhamos com novas conquistas (…)” (Aldir Blanc, compositor da música “Coração verde e amarelo”, que foi bastante tocada durante a trajetória do tetracampeonato mundial da Seleção Brasileira, em 1994).

Em 1950, a Seleção Brasileira utilizou, no Mundial de Futebol Masculino disputado no Brasil, a base do Expresso da Vitória vascaíno, grande esquadrão da época.

Jogadores convocados do Vasco (8):

Barbosa

Augusto

Ely do Amparo

Alfredo II

Maneca

Danilo Alvim

Ademir de Menezes

Chico

Jogador convocado do São Paulo:

Friaça

Jogador convocado do Palmeiras:

Jair Rosa Pinto

Técnico: Flávio Costa

Todos os 10 jogadores e o treinador listados acima fizeram parte do Expresso da Vitória e já haviam defendido ou ainda defendiam o Vasco.

Todos os 22 gols da Seleção Brasileira, na Copa do Mundo de 1950, tiveram a participação de algum dos jogadores listados acima (com gol/assistência).

Em 2001, 4 jogadores do Vasco convocados para o jogo contra o Equador pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2002

28/03/2001

Equador 1 x 0 Brasil

Treinador: Emerson Leão

Jogadores vascaínos convocados:

Juninho Pernambucano

Juninho Paulista

Euller

Romário

O ” Quarteto Fantástico” do Cruzmaltino.

Para a Copa do Mundo de 2002, foi modificado o comando da Seleção Brasileira (Scolari assumiu) e nenhum dos 4 jogadores vascaínos que haviam participado das eliminatórias para o Mundial foi convocado. Romário, inclusive, foi o artilheiro do Campeonato Brasileiro de 2001, com 21 gols.

6 jogadores do Vasco em campo em 3 partidas da Copa do Mundo de Futebol (de seleções) de 1950

Na Copa do Mundo de 1950, em 3 jogos, a Seleção Brasileira teve mais de meio time formado por jogadores do Gigante da Colina.

Brasil 7 x 1 Suécia

Brasil 2 x 0 Yugoslávia

Em campo: Barbosa, Augusto, Danilo, Maneca, Ademir e Chico.

Brasil 4 x 0 México

Em campo: Barbosa, Augusto, Ely do Amparo, Danilo Alvim, Maneca e Ademir de Menezes

Ademir de Menezes, jogador brasileiro (dentre os que foram artilheiros em Copas do Mundo de seleções) com mais gols em uma única edição

Jogadores brasileiros artillheiros em Copas do Mundo:

Ademir de Menezes: (Copa de 1950, 9 gols)

Ronaldo: (Copa de 2002, 8 gols)

Leônidas da Silva: (Copa de 1938, 7 gols)

Garrincha e Vavá (Copa de 1962, 4 gols cada)

Dos 5 da lista, 4 jogaram ao menos uma vez com a camisa do Vasco, Ademir de Menezes, Leônidas da Silva, Vavá e Guarrincha e 3 foram convocados, como jogadores do Vasco, para as Copas do Mundo de 1934 (Leônidas da Silva), Copa do Mundo de 1950 (Ademir de Menezes) e Copa do Mundo de 1958 (Vavá).