Vasco 3 x 2 Flamengo, placar de vitórias em 1981, no melhor ano da história do rubro-negro carioca

No ano em que o Flamengo foi campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes, em 1981, o Vasco conseguiu 3 vitórias sobre o rubro-negro carioca, em 17/05/1981 (1 a 0), em 29/11/1981 (2 a 0) e em 02/12/1981 (1 a 0). Já o Flamengo, venceu o Vasco em 07/06/1981 (1 a 0) e em 06/12/1981 (2 a 1), tendo ocorrido mais 1 empate, em 20/09/1981 (1 a 1). Freguesia flamenguista para o Gigante da Colina, no ano em que foram campeões da Libertadores da América e do Mundial de Clubes.

Títulos estaduais e municipais, de forma invicta, do Vasco

Campeão Carioca invicto: 1924, 1945, 1947, 1949, 1992, 2016

Campeão invicto da Taça Guanabara: 1990, 1992, 1994, 2000, 2016, 2019

Campeão Invicto da Taça Rio: 1992, 1999, 2001, 2003, 2017

Campeão invicto da Copa Rio: 1992

Campeão invicto da Taça José de Albuquerque: 1972

Campeão invicto do Troféu Pedro Novaes: 1973

Campeão invicto da Taça Oscar Wright da Silva: 1974

Campeão invicto da Taça Manoel do Nascimento Vargas: 1977

Campeão invicto da Taça Ney CIdade Palmeiro: 1981

Campeão invicto da Taça Brigadeiro Jerônimo Bastos: 1988

Campeão invicto do Terceiro Turno do Campeonato Estadual: 1997

Campeão invicto do Torneio Relâmpago do Rio de Janeiro: 1944

Campeão invicto do Torneio Extra: 1973, 1990

Campeão invicto do Torneio Municipal: 1944, 1945, 1946

Campeão invicto do Campeonato Carioca de Segundos Quadros: 1928

Maior goleada do Clássico dos Milhões

Na conquista do Campeonato Carioca de Aspirantes ou de Reservas de 1946, competição que o Vasco é o maior vencedor da história, aconteceu uma goleada implacável de 8 a 1 do Vasco sobre o Flamengo, em 06/10/1946, pelo segundo turno do campeonato (triunfo vascaíno muito pouco divulgado ao longo do tempo), sendo que o Gigante da Colina já havia também vencido o rubro-negro carioca por 2 a 1, no primeiro turno, em 03/08/1946. O Vasco terminou ainda como campeão, com uma bela campanha: 18 jogos, 16 vitórias, 1 empate, 1 derrota, 70 gols a favor, 16 gols sofridos e um saldo positivo de 54 gols. Para efeitos estatísticos do Clássico dos Milhões, a goleada esmagadora de 8 a 1 do Gigante da Colina não é computada, talvez por ter sido um embate entre os segundos times de Vasco e Flamengo, sendo considerada a goleada vascaína de 7 a 0 sobre o rubro-negro carioca, no jogo disputado em 26/04/1931, pelo Campeonato Carioca, como a maior vitória da história do Clássico dos Milhões, possivelmente por ter sido entre as equipes principais de ambos os times.

“Clássico dos Milhões” na década de 2010 (uma série invicta do Vasco e uma série invicta do Flamengo)

Na década de 2010, o Vasco conseguiu emplacar uma sequência de 9 jogos sem perder para o Flamengo, de 12/04/2015 a 24/04/2016, com 6 vitórias e 3 empates. Já o Flamengo, emplacou uma sequência sem perder do Vasco, na mesma década, do dia 25/02/2017 a 13/11/2019, com 5 vitórias e 9 empates. A série invicta do Flamengo, na década de 2010, foi maior que a do Vasco, em quantidade de partidas sem perder, 14 a 9. No entanto, o aproveitamento do Vasco foi de 77,7% nos 9 jogos seguidos sem perder para o Flamengo, com 6 vitórias e 3 empates, somando 21 pontos. Já o aproveitamento do Flamengo, nos 14 jogos consecutivos sem perder para o Vasco, na década de 2010, foi bem menor que o vascaíno, tenso sido de 57,14%, com 5 vitórias e 9 empates, somando 24 pontos.

Década de 2000 (Clássico dos Milhões), Vasco com mais goleadas (3 a 2) e Flamengo com mais vitórias (17 a 15)

O jogo de abertura entre Vasco e Flamengo, na década de 2000, foi o jogo que ficou conhecido como “Chocolate de Páscoa”, com vitória vascaína por 5 a 1, a maior goleada do Clássico dos Milhões desde o 5 a 1 vascaíno aplicado em 13/05/1945. No ano seguinte, em 06/10/2001, novo chocolate, de novo 5 a 1. Já a maior vitória do Flamengo sobre o Vasco, nessa década, foi por 4 a 0, em 27/10/2000. O Vasco golearia o Flamengo, ainda, no jogo do gol 999 de Romário na carreira, com vitória vascaína por 3 a 0, em 25/03/2007, tendo sido a outra goleada flamenguista em 11/06/2000, por 3 a 0. Foram, então, 3 goleadas a favor do Vasco e 2 goleadas a favor do Flamengo, na década de 2000. Já em número de vitórias, na mesma década, o Flamengo teve vantagem, foram 17 vitórias do Flamengo e 15 vitórias do Vasco, com mais 8 empates.

“Época de Ouro” do Clássico dos Milhões

Os Anos 1970, 1980 e 1990 foram as épocas dos grandes jogos e dos grandes públicos, em que o duelo Vasco e Flamengo ganhou mais visibilidade, época de jogadores como Roberto Dinamite, Zico, Júnior, Bebeto, Edmundo e Romário. Nesse período, o Vasco teve hegemonia no Clássico dos Milhões, na década de 1980, com 18 vitórias, 14 derrotas e mais 11 empates. Na década de 1970, a vantagem foi do Flamengo, com 25 vitórias, 14 derrotas e mais 17 empates. Já na década de 1990, prevaleceu o equilíbrio nos jogos entre o “Bacalhau” e o “Urubu”, tendo sido 16 vitórias para cada lado e mais 13 empates.

Equilíbrio no Clássico dos Milhões

De 26/03/1922 (primeiro Vasco e Flamengo da história e primeiro clássico Vasco e Flamengo da década de 1920) a 05/10/1969 (último clássico Vasco e Flamengo da década de 1960), ao final das cinco primeiras décadas de rivalidade futebolista, o duelo Vasco e Flamengo estava rigorosamente empatado, com 66 vitórias para cada lado e mais 49 empates, em um total de 181 Jogos. O Vasco levou vantagem nas décadas de 1920 e 1940, enquanto o Flamengo levou vantagem nas décadas de 1950 e 1960, enquanto na década de 1930, houve um empate de vitórias entre as equipes.

Goleada no dia da Independência do Brasil

Em 07/09/1975, no dia da Independência do Brasil, uma goleada vascaína por 4 a 2 para cima do Flamengo, uma vitória gigante do Gigante da Colina, do time de origem mais independente das elites, de nascimento mais democrático entre os times do país, de raiz popular, formado desde o princípio por negros, operários e imigrantes portugueses, como também por brancos ou mestiços, pois sempre deu espaço a todos, sem preconceitos, sem apartheid, pois é o time que corajosamente, desde a sua fundação, luta pela igualdade e pela inclusão, independentemente de cor, condição econômica ou social.